domingo, 30 de junho de 2013

COMO SEPARAR O JOIO DO TRIGO NA POLÍTICA?





Analisar a qualidade de um político depende muito dos interesses e da qualidade pessoal do julgador (no caso, o cidadão ou eleitor).

    Para discernir entre um bom político que é aquele que sempre busca colocar os interesses coletivos acima dos seus e do seu grupo, é preciso melhorar nossa qualidade pessoal, pois a lei da sintonia é eterna e imutável.
    Cada político representa seus eleitores nos mínimos detalhes. Ao melhorarmos nossa condição íntima estaremos: melhor representados.

    Parece uma tarefa das mais difíceis; mas é muito simples e fácil como tudo na vida das pessoas de boa vontade.

Alguns tipos de políticos profissionais podem ser excluídos com certa facilidade:

    Cínicos:
    São capazes de abraçar enquanto enfiam uma faca nas costas. Mentem na cara dura. Atacam seus acusadores para tentar se defender. Usam e abusam da capacidade de iludir os que pensam pouco. Cultivam a arte da mentira e do despiste. Conseguem manter um diálogo de “alto nível verbal” com seus iguais sem armar barraco: - “vossa excelência é um ladrão”; - “ladrão é vossa senhoria”.
Falam, afirmam e logo se desmentem ou põe a culpa nos outros que deturparam a sua fala.

    Falastrões:
    Falam muito, prometem tudo e não realizam nada. Se eleito eu faço e resolvo; no entanto nunca conseguem mostrar porque e como farão. São os folclóricos que alimentam as piadas de políticos: - “se eleito, eu vou construir uma ponte”; - “mas não temos um rio”; - “então eu faço um rio”...

    Aproveitadores:
    Entram em todos os embalos do momento apenas para conseguir se eleger. Aproveitam ou cultivam imagens de aparência física, cultural, religiosa. futebolística.
Defendem os pseudo-excluídos.
Costumam se aliar aos seus mais ferrenhos inimigos do passado se os seus interesses do momento assim o ditarem; casam de véu e grinalda com quem ontem chamaram de prostituta.
Parte dos que são eleitos aproveitando-se do futebol, da religião ou de interesses de grupos encaixam-se nessa condição.

    Ignorantes:
    Incapazes; eles dizem sempre o que os seus iguais querem ouvir; ao falar e agir: chovem no molhado; o tempo todo, e prometem as mais extravagantes coisas como se tudo pudesse ser resolvido num passe de mágica, numa canetada. Imaginam que eleitos terão uma máquina de fazer dinheiro. Discorrem sobre o que desconhecem e, encantam os eternos insatisfeitos.

    Maledicentes:
    Procuram se manter no topo da mídia diminuindo os outros. Incapazes de se elegerem pelos próprios méritos espalham boatos sobre os adversários para se beneficiar. Levantam suspeitas infundadas.

    Detratores:
    São os que apelam para todos os recursos ilícitos para denegrir a imagem dos adversários.

    Predadores:
    Quando eleitos nunca terminam o que foi começado pelos antecessores, mesmo que sejam boas idéias ou obras, e agem assim apenas para prejudicar a imagem do outro. Além disso, começam muitos projetos semelhantes. Fazem a política da terra arrasada ao deixarem a condição de poder para que os adversários que os substituam também fracassem e para que possam voltar como salvadores da pátria.

    Tocadores de obras:
    Quando a esmola é demais o santo desconfia, quando um político se mete a construir tudo que seja possível a máquina de fazer dinheiro dos trinta por cento está funcionando a todo vapor. Esse tipo criou o fabuloso tipo: rouba mas faz tão ao gosto de seus semelhantes admiradores que só não roubam e não fazem porque não tiveram ainda a oportunidade.
Políticos obcecados por construir obras costumam superfaturar seus interesses.

    Radical:
    O ser humano precisa de radicalismos tipo sim, sim, não, não, serve ou não serve; mas apenas íntimos. Toda pessoa de conceitos radicais na relação com os interesses dos semelhantes é uma pessoa dogmática, problemática que merece ser excluída da vida pública.

    Maria vai com as outras:
    A diferença deles dos interesseiros é a pobreza de opiniões. Vivem “boiando” ao sabor dos interesses do momento. Não são capazes de adotar opiniões próprias nem de defendê-las.

    Como na vida tudo serve para alguma coisa:

   VEJA QUAL DELES É A SUA CARA.

    Analise o comportamento e a postura de seu candidato; pois ele é a sua cara; bom material para o conhecimento de nós mesmos e da reciclagem da personalidade e da postura de vida – inevitável…

sábado, 2 de fevereiro de 2013

TUDO NO SEU TEMPO






Para tudo há um tempo...
Até para amadurecer, progredir.
Mas:
Quando o esforço para progredir é incipiente as crises de maturação surgem naturais.
Quando já detectamos a necessidade de fazer uma reciclagem íntima mais apurada, as crises retornam; apenas quando nos descuidamos, e, voltamos aos velhos hábitos e atitudes.
Damos a isso o nome de recidivas, recaídas...

No contexto da eternidade não há que ter pressa.
Mas:
A eternidade é dividida em ciclos ou fatias de tempo...
É vero que cada um faz o seu tempo.
Mas:
Será que o meu tempo vai caber nesta fatia atual?
Será que vai dar tempo?
Ou vai ficar para a próxima fatia de tempo o que já poderia ser feito nesta?

sábado, 26 de janeiro de 2013

HÁ EXISTÊNCIAS LIGHT – DE DESCANSO?




 Mundo de provas e expiações?

Quase todo mundo concorda que a Terra é planeta escola e nós os alunos – e devido á nossa formação de crenças; ousamos afirmar no altar da sapiência:
Escola, não colônia de férias!
Estamos aqui em tarefa e não a passeio, por isso, à medida que galgamos degraus evolutivos: a dificuldade das situações vividas aumenta.
Mas: não devemos recear novos conhecimentos e responsabilidades; pois nenhum professor cobra matéria de quinta série a um aluno de primeira.
Os ditados populares apurados na peneira do tempo trazem sabedoria, quem não conhece o ditado: “Deus nunca dá uma cruz que não possamos carregar!”, portanto, à medida que superamos experiências aguardemos dificuldades crescentes individuais e coletivas até o momento da formatura; mas dificuldades; que só não superamos se não quisermos (conceito de pecado).

Aqui na Terra, progredimos no plano físico na condição de encarnados, e no plano espiritual como desencarnados, em várias dimensões.
Num paralelo com a escola, o progresso se faz em muitas etapas; pois o aluno tem o direito de repetir um ciclo quanta vez deseje; embora carregue as conseqüências do atraso como sensação da culpa do dever não cumprido; porém a sua vaga sempre está garantida nesta escola ou em qualquer outra da rede universal de ensino; pois a constituição energética garante a eternidade.
O curso é gratuito, o roteiro é simples e todo material de trabalho é oferecido no dia a dia. Cada acontecimento é um ensinamento; Exemplo a doença: percebe-se que cada um tem a sua sob medida; Visto dessa forma não é tão difícil entender a finalidade de cada uma, sua origem e como conseguir cura.

Vivo pagando micos no “saber” – eu não admitia (minhas crenças) que fosse possível existências em 3D de férias, lazer – mas é vero.
Muitas vezes tivemos existências barra pesada, dificultosas e nos saímos razoavelmente bem – daí, que a próxima pode ser light, de refazimento – tipo: nascer e viver num lugar bucólico, natureza extasiante, todos os recursos á mão, só alegria. Até para programar uma nova da pesada para quitar mais débitos e tentar zerar a conta negativa da consciência.
Claro que é preciso separar a existência light daquelas tarefas difíceis e perigosas que escolhemos; coisas banais como: riqueza, beleza, poder – para quem vive descuidado em 3D isso parece o prêmio máximo – o sonho de consumo espiritual...
Lá em 4D ou plano espiritual também há Resorts, hotéis 5 estrelas para curtir existências bem sucedidas, lucrativas (lucro é Divino – mas lucro é uma coisa onde todo mundo ganha e ninguém perde).
Se você foi um espírito de evolução classe média também vai ter suas férias ou tão curtas que parecem um feriadão: trânsito terrível (fora os caras que estão aprendendo a volitar e fazem barbeiragens) vai para uma colônia espiritual de férias onde falta tudo; tem que: cozinhar, limpar e ainda satisfazer um monte de chupins (familiares ou não) e ninguém te agradece – depois de um tempinho tu sentes uma vontade danada de voltar para o umbral do trabalho:
REENCARNAR – rssss.
Próximo assunto interessante: AGÊNCIAS DE VIAGEM (sistemas de crenças) para curtir férias espirituais e seus perigos.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

FASE DE TRANSIÇÃO E A DIMINUIÇÃO DA POPULAÇÃO NO PLANETA



QUE MARAVILHA!

     Com certeza passou pela cabeça de muita gente que ficou nas grandes cidades como Sampa neste final de ano a idéia: nossa que maravilha seria esta cidade com uns 2 milhões de habitantes e seus carros a menos – seria um paraíso  com muito melhor qualidade de vida. 
Bem- talvez não demore tanto assim.

     Segundo a ciência tradicional a população no planeta tende ainda a aumentar. É provável que o susto seja grande; pois tudo leva a crer que ela vai diminuir de forma drástica nos próximos anos.

     A realidade populacional do planeta segundo a ciência só leva em conta as almas encarnadas; mas segundo informações oriundas de várias partes do mundo e de vários sistemas de crenças, a distribuição era mais ou menos 1/3 de almas encarnadas e 2/3 desencarnadas situadas nas várias dimensões planetárias – desde os anos 80 a proporção vem se modificando para oferecer oportunidades aos que optaram por ficar, aproximadamente 1/3, de ratificar a escolha, adaptando-se á nova freqüência da grade energética do orbe; e aos 2/3 restantes a chance de escolher um orbe mais adequado – daí o aumento populacional em progressão aritmética. 
Para se juntar aos que optaram por ficar estão chegando exilados de vários Orbes que estão saindo da fase de regeneração para outras mais avançadas. Para nós eles são espetaculares; mas para os que lá ficaram: n ao quiseram acompanhar o desenvolvimento dos outros.

     A todo instante, nós nos deparamos com a cara de cientistas assustados com o furo das suas previsões. 

     A aceleração em andamento extrapola nossa imaginação.

    Sem levar em conta os previstos desencarnes em massa fruto de eventos naturais: terremotos, tsunamis, inundações, deslizamentos, epidemias – para reduzir a população, principalmente dos grandes centros urbanos, basta os efeitos do estresse crônico chegando com tudo na sua última fase: esgotamento e morte; até mais em crianças e jovens do que em adultos. Além disso; tudo ficará acelerado; e algumas doenças que nos levariam á morte caso não houvesse mudança no estilo de vida com mais de 70 anos vão surgir muito mais cedo; conforme coloquei em muitos artigos nos bloogs.

     Resumindo: 
     Num certo instante, bilhões de seres serão transferidos; não mais em naves; mas via portões estelares para mundos compatíveis com seu padrão vibratório (nada a ver com sistema de crenças religiosas e filosóficas) – essa transferência não representa castigo; apenas mais uma amorosa atitude Divina – pois todo exilado é top nos mundos de destino; tal e qual podemos  observar com muitas crianças da atualidade: Nossa, essa criança com 2 anos de idade já faz isso, já faz aquilo – claro; do mundo onde vieram isso era coisa bem primária.

     Finalizando o tema:
     Se 2/3 vão embora e vão chegar mais um pouco de exilados para impulsionar o processo – é provável que tenhamos uma população de almas na fase de regeneração equivalente á metade do que temos no momento nas várias dimensões. Passada a fase de ajustes climáticos e geográficos o planeta ficará muito mais acolhedor.

     Os 3 próximos anos mais acelerados que os anteriores oferecerão muito material para análises e avaliação de perspectivas futuras; seja comprovando ou detonando previsões científicas e espirituais – sim; muitos dos que se manifestam de 4D para cá também são cheios de “achismo baseado nos interesses pessoais”, como nós que estamos em 3D.

     Aguardemos...

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

HUHUUUU! - REVOGADA A LEI DO KHARMA




HUUHUU!

ALELUIA!

DECRETADA A REVOGAÇÃO DA LEI DO KHARMA

    Na nova fase evolutiva que se instala no planeta fica revogado o decreto lei complementar da Lei de Ação e Reação: o Kharma; que nada mais é do que a Lei de ação e reação com endereço e CEP.

    Esse adendo da Lei de Justiça foi instituído quando da transferência do mais importante Centro de Força Planetário da Atlântida para o Tibet e tinha por finalidade acelerar e tornar branda a evolução dos alunos desta escola cósmica. O processo mostrou-se muito complexo: alguém prejudicou alguém; que já havia anteriormente prejudicado outros e marcava-se um encontro em 3D para reajuste; tudo acertado de forma eletrônica via chip.

    Nesta nova fase, já em andamento, o CFP principal está se deslocando do Tibet para a América do Sul e o padrão vibratório rápido faz com que a Lei de Ação e Reação atue de bate pronto.
Se eu dei um soco em alguém; fico com um soco para levar de crédito; que pode ser desferido pela vítima ou por alguém ainda descuidado.
Se eu dei um abraço em alguém estou com um abraço de crédito para receber.
Se eu pratiquei um kg de bem fico com um crédito de receber de volta um kg de bem, etc. Tudo cada vez mais rápido; e ninguém fica devendo nada para ninguém.

    Perceber isso é muito fácil para quem quer enxergar. Como se diz no popular: a justiça antes vinha a cavalo agora vem pela Internet.
Evidente que nesta fase de transição planetária que está findando ainda está tudo embaralhado. As energias estão misturadas afetando tudo que nos envolve; desde nosso comportamento até a saúde.
Gradativamente, mas acelerando cada vez mais, entraremos nas energias de um mundo de regeneração; daí coisas primárias e primitivas como: sofrimento, esperança, fé, caridade e amor, irão para o esquecimento devido ao desuso.
A própria Lei de Ação e reação será apenas uma lembrança dos tempos primitivos do planeta; pois o que hoje chamamos de prática do Bem e que nos enche de orgulho; será a rotina – as pessoas que aqui estiverem não saberão agir de outra forma; e não conseguirão nem imaginar agir de outra forma.
Quando sabemos quem somos nós, o que fazemos aqui e nosso destino: esperança e fé são coisas sem sentido; coisa de quem não tem o que fazer.
Quando as pessoas deixarem de fazer escolhas burras não haverá material de sofrimento para o outro lucrar na contabilidade da sua existência com o rótulo de caridade.

Quando exercitarmos um tiquinho só o raciocínio acaba o sofrimento através da compreensão dos acontecimentos que leva á aceitação, ao desejo de mudar e á atitude de reformulação.

Vamos comemorar com muita alegria a revogação do decreto complementar da lei de Justiça: o Kharma. E para tornar tudo mais leve, vamos começar a quitar todas as nossas dívidas.

    Não consegue imaginar um mundo sem essas coisas primitivas?
    Não se avexe não; haverá incontáveis mundos de provas e expiação; em alguns deles, tudo isso está no comecinho – aí você será rei.
Escolha um e boa viagem.

    Huhuuu!
    Vai com Deus kharma!

    Vamos comemorar a chegada da Nova Era.

    NAMASTÊ

sábado, 27 de outubro de 2012

NÓS SOMOS MESTRES A ADMINISTRAR A VIDA DOS OUTROS






    Todo mundo acha que lida bem com os problemas do vizinho.

    O rico tem soluções simplórias para os problemas dos pobres:       

    - Inteligência (para os nascidos ricos todo pobre é burro); trabalho duro, esforço (todo pobre é preguiçoso, vagabundo); estudo; ralar no dia a dia; e uma dose de sorte.
   
    O pobre, também tem soluções práticas e inteligentes para os problemas dos ricos:

    - Lutar para sobreviver para não entrar em depressão, pânico.
    - Tesão para viver ao usar cada segundo para o que precisam: continuar vivos; e especialmente para as bem dotadas na vida de trato ou de grana; mas, depressivas, histéricas e cheias dos “peripaques”, e que não tem o que fazer na vida, o pobre tem a solução na ponta da língua ou entre as pernas: para a falta de tesão: o zezão tem a solução.

    O religioso tem em Deus a solução para qualquer coisa.

    O facebokiano e similares tem a solução em frases e conceitos até sem nexo, fora de contexto.

    Em tudo que não nos cabe fazer; quando se trata de dar palpite na vida dos outros:
    Nós somos os maiorais.

    Mas:
    Quando está em jogo de cuidar da nossa; nós lutamos até o esgotamento contra a própria sombra; inutilmente.

    Será que somos todos uns inúteis?

    E daí:
    Nós nos deprimimos, angustiamos, entramos em pânico, tentamos nos suicidar através das doenças de todos os tipos.

    Ocê tá convidado a bater um papo; para analisarmos juntos, o que é possível, fazermos para eliminar a sensação de esgotamento, inútil.

    No entanto, vamos tentar deixar bem claro o que seja uma vida útil como um humano e o que seja uma vida inútil...

    Tá combinado?
    Ou ta com medo?

    Namastê.

domingo, 16 de setembro de 2012

EVOLUÇÃO AO CONTRÁRIO?





A vida moderna e pós-moderna está nos transformando em “toupeiras cósmicas”.

Jogamos no ralo do progresso coisas que levamos milhões e milhões de anos desenvolvendo.
Subvertemos instintos.

Pois desaprendemos:

- Dormir.
Incontável número de pessoas só adormece drogado; milhões estão com o sono interrompido.

- Respirar.
O estilo de vida baseado no estresse crônico gerou a ansiedade doentia que propicia uma respiração torácica e curta. Muitas pessoas já transformam simples ocorrências em peripake com respiração que simula asma. A queixa de cansaço deriva basicamente disso.

- Comer.
Somos quase os únicos a comer sem ter fome (coitado dos animais domésticos – copiaram isso de nós).

- Perdemos o paladar.
É tanto produto químico na dieta que as pessoas; especialmente as mais jovens nem sabem mais diferenciar um alimento do outro.

- Perdemos a audição.
Aumenta a olhos vistos o número de pessoas jovens com sérios problemas para escutar; talvez pelo absurdo dos ruídos e pelo uso sistemático de fones de ouvido. Ouvir no sentido de prestar atenção ao que nos cerca ou o que dizem as outras pessoas nunca tivemos; isso é vero.

- Perdemos a visão.
Desde o nascimento só usamos a visão de perto; especialmente para as pessoas criadas nas áreas cosmopolitas. Daqui a pouco as crianças já vão nascer de óculos.

- Perdemos a capacidade de transar.
A cada dia mais cedo as pessoas precisam de todo tipo de artifício para manter a ereção e a libido.

- Perdemos a sensibilidade no tato.
Nessa vida hi-tec as pessoas nem se tocam mais.

- Perdemos até a capacidade de evacuar.
Milhões de pessoas nem sabem mais evacuar direito. Drogar-se para fazer côcô como dizem as crianças: ninguém merece.

- Esqueci algo?

    Talvez estejamos nos desmaterializando; e isso, signifique evolução.
    Será?

    Em quantos itens desse você se enquadrou?
    Nenhum?
    Está garantido aqui.
    Só metade?
    Ótimo ainda dá para recuperar.
    Mais da metade?
    Melhor preparar o passaporte cósmico...

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

A ETERNIDADE É MAIS UMA ILUSÃO



ETERNIDADE É ILUSÃO

Que alívio

Mais uma convenção humana para um tempo que ainda não pode nem precisa ser medido?
A eternidade também é um relativo paradoxo.

Usemos as relações como referência:
Que maravilha, em certos momentos imaginar poder ficar eternamente com aqueles que consideramos nossa cara-metade; mas por outro lado, que horror só em pensar ficar ao lado, por um tempo que não tem fim, de certas criaturas que consideramos nossos algozes, que imaginamos sejam a causa única e maior de nosso sofrer. Tranqüilizemo-nos, pois como tudo é relativo, o conceito de eternidade também é. Ufa! Que alívio!

     O que modifica a percepção do conceito de eternidade; é a intensidade e a qualidade das relações que criamos. Então, o melhor a fazer é aprendermos a nos amar. Eu te amo e você me ama. Pronto está tudo resolvido. Simples e fácil, ou não?
Quanta gente precisou ser envenenada, crucificada, trucidada, atirada às feras, queimada para tentar nos mostrar isso, essa lei natural. Que amor e ódio não são meros sentimentos; são freqüências diferentes de uma mesma energia, e que podemos passar de uma a outra quando seja da nossa vontade.

A percepção do conceito eternidade necessita da condição do observador.
Daí: até a eternidade é relativa.

Será?

domingo, 9 de setembro de 2012




JUSTIÇA NATURAL

Perdoar alguém em nome de Deus é absurdo.

A Justiça Natural é acima de tudo um fato educativo.
É flexível, mas, apenas enquanto o ser progride por vontade própria.
Agravantes e atenuantes variam conforme as vibrações emitidas decorrentes da faixa de conhecimento em que nos encontramos. Costumamos tentar a fuga do conhecimento; pois ele traz consigo responsabilidades; daí quem erra por ignorância responde por ela.
É impossível apagar a gravação do que pensamos, sentimos e fizemos; cada um é o seu próprio arquivo e tribunal permanente, por isso qualquer justificativa de falta de oportunidades é transitória.

Para que serve:
Arrependimento e perdão?

O perdão não modifica nada, por si só.
Entre nós é ótimo; pois evita as obsessões e novas quedas.
O perdão Divino: é o esquecimento temporário do erro, nada mais. Perdoar alguém em nome de Deus é crime.
A justiça é interativa: o foro íntimo registra além dos erros próprios também os dos outros cometidos sob nossa influência. Daí é preciso cuidado para não avalizarmos os dos outros senão num futuro próximo ou remoto seremos convocados por sintonia a repará-los junto a eles.
A omissão também é crime contra nós e o coletivo.

Desnecessário pedir perdão a Deus; senão através da mudança no padrão de atitudes.

sexta-feira, 17 de agosto de 2012


NUMA SOCIEDADE SEM EDUCAÇÃO QUANTO VALE A TUA VIDA?

O que tu carregas?
Ou o que deixaste de levar contigo?

Hoje tua integridade e vida; vale o que e o quanto tu carregas. Nessas condições muitas pessoas já estão descobrindo um novo conceito de família já se preocupam e atuam também na do próximo. Esse trabalho ainda é incipiente; mas é uma questão de tempo para que se torne mais amplo e estendido a toda a sociedade.
As pessoas estão descobrindo que nenhum tipo de muros ou de blindagem as deixa a salvo da lei de causa e efeito; começam a perceber que a violência implícita atrai a violência explícita, que ostentar riqueza entre miseráveis que lutam para sobreviver é uma violência do mesmo porte da agressão física, senão pior. Que nenhum tipo de criminoso está a salvo da lei natural; não importa a cor do colarinho: ladrão é ladrão seja descamisado ou engravatado; assassino é assassino seja de tirar a vida do outro, seja de tirar oportunidades de sobrevivência e de progresso, e que nenhum escapará.
Muitos já patrocinam o bem estar dos outros, seus irmãos. Outros ainda jazem na revolta, e adotam a postura de não fazer nada para mudar, sentem-se vítimas de tudo e de todos.
Para esses vale um lembrete: “O tribunal íntimo, não cobra apenas o bem ou o mal que fizermos a nós e aos outros, mas também e principalmente, todo o bem que deixarmos de fazer...”

Já foi assaltado hoje?

sexta-feira, 13 de julho de 2012



TÁ PRECISANO DE ARGUMA COISA ZINFIÚ?

Há mais de vinte anos fui a uma gira de umbanda, era dia de festa, foi a família toda. Em certo ponto do trabalho podíamos falar com os guias. Passamos por um preto velho e um dos meus filhos (6 anos na ocasião), superantenado sempre, estava ao meu lado, encantado; lá na cabecinha dele estava tentando entender como é que uma mulher (médium) podia falar como um velho e de um jeito tão diferente – estava ao meu lado e depois que eu parei de falar; ficou em frente ao preto velho: Tá precisano de arguma coisa zinfiú? Ele pensou, pensou, e disse: Tô precisando de um tênis, meias, cuecas! – foi só risada.

Na sua ingenuidade infantil meu menino mostrou uma analogia entre o que nós adultos solicitamos á espiritualidade e o que realmente precisamos. Nossa falta de maturidade espiritual é imensa – continuamos como na escola: não prestamos atenção na aula; não fazemos as lições de casa; não estudamos para as provas e depois fazemos promessa para não sermos reprovados.
Nossos pedidos são quase sempre apenas utilitaristas.

Interessante que paremos para pensar a respeito do que pedimos a Deus, á vida, aos santos, aos guias...

Nós nos comportamos mais ou menos como fez meu menino.

Quem sabe um dia:
Tá precisano de arguma coisa zinfiú?
Sim senhor!
Tô precisando de juízo!

Namastê.

sexta-feira, 6 de julho de 2012



VÁRIOS OLHARES SOBRE A LEI DE RETORNO

Aqui se planta.
Aqui se colhe.
Aqui se faz.
Aqui se paga...

(E, cada vez mais rápido...)

    Esse é um ditado popular muito antigo e até certo ponto verdadeiro. Embora focado no lado negativo da vida. O que é normal, pois nossas escolhas que contrariam as leis naturais ainda superam em muito as escolhas corretas. Por esse motivo, sempre é mais fácil perceber a lei do retorno como um tipo de punição ou de castigo.

Nessa situação, quando se trata de examinar a vida alheia, nós somos experts no assunto:
- Bem feito! fez isso, e logo recebeu de volta aquilo...
-         Todo mundo tem o que merece...

Mas, quando o retorno, traz consigo a vitória ou a prosperidade dos outros somos até capazes de reconhecer-lhes o esforço; contudo, a dificuldade em anular a inveja e o despeito é enorme. Então, sempre que possível, verbalizamos com todas as letras, ou deixamos ao menos nas entrelinhas, que houve uma dose de sorte...
- Que sorte!
- Que destino maravilhoso Deus reservou para fulano!
- Deus foi muito bom para eles!
- E, outros disfarces da inveja e do despeito...

    Com freqüência usamos de vários pesos e várias medidas para avaliar os efeitos que expressam sofrimento nos outros.
Quando se trata da vida de nossos inimigos:
Deus é justo, até prá lá de justo, impecável mesmo.
Já quando somos nós ou nossos queridos que sofremos, interpretamos como azar ou destino.

    Outro olhar sobre a lei do retorno: a sensação de aceleração do tempo.
    Mesmo que neguemos, sabemos que hoje é ontem de volta.
As diretrizes que movem nosso presente são a materialização dos efeitos das escolhas do passado se apresentando ao foco da consciência.

    Num ritmo de ocorrências mais lento causa e efeito, permanecia naturalmente dissociados em nossas lembranças; o que deu origem a conceitos de sorte, azar, destino, Deus quis isso ou aquilo.
Se hoje eu vivo uma determinada situação que me aflige, como aceitar o fato como minha escolha se não lembro?
O esquecimento do passado, muitas vezes nos parece injusto.
No entanto, com o ampliar da consciência, nós descobrimos que não nos lembrarmos do que fizemos é uma benção; pois a percepção clara de causas e efeitos pode nos aprisionar em lamentos inúteis, choros e vinganças.

    Nos últimos tempos as ocorrências se aceleraram; um novo ritmo se imprimiu á lei de retorno, e novos limites foram criados. E, estão ficando cada vez mais estreitos, desmantelando nossos álibis e desculpas.

    Causa e efeito está se aproximando tanto nesse final dos tempos, que vão sair na mesma foto...

A melhor forma de olhar a lei de retorno atrelada ao tempo é focar nas coisas boas; nos acontecimentos alegres. Pois como disse o sábio: “Tudo passa” – vai e volta.

Que tal um novo olhar sobre o ditado popular?
Aqui se planta.
Aqui se colhe.
Aqui se faz.
Aqui se recebe.


domingo, 27 de maio de 2012

CRIMINALIZAR A FALTA DE EDUCAÇÃO? Sempre houve e a cada dia mais haverá: Mentes perversas e covardes, umas sentadas no poder e outras assentadas nele; tentando detonar com a qualidade evolutiva da população ao tentar criminalizar a falta de educação baseada na ética cósmica; travestidas de defensores da lei e da justiça. Ás vezes, elas atuam usando da força bruta; do corporativismo, da falta de educação da massa que elas mesmas amoldam. E, quando acuadas pela lei da ética cósmica: atuam perseguindo adversários; usando a legislação criada por elas mesmas ou por seus antecessores de DNA familiar, político ou de interesses: aterrorizando os mais preguiçosos de pensar. Qual a diferença ética entre um chefe de tráfico das favelas da vida e de um “mestre da formação do direito das melhores universidades do país que se dignam a defender corruptos confessos; ás vezes, colocados como vítimas da ignorância de seus antecessores: pais, família e sociedade”? Sou curioso e indagador. Só de brincadeira; daí: Gostaria de saber: O que ex-ministros da Justiça têm a dizer aos seus alunos a respeito da dignidade da justiça acima de qualquer coisa; quando são defensores que ganham todas as causas dos corruptos e dos corruptores: apenas pelo fato de conhecerem os porões da legislação que ajudaram a criar baseada, em teoria, nada a ver com os costumes de alguns magistrais que deveriam garantir a ética e a moralidade que eles mesmos ajudaram a criar; para punir apenas os ppp e adjacências da vida (os que estão fora da “zona” do poder – exceto os manos). Confesso que adoraria estar na pele de filhos, apaniguados e congêneres de ministros de qualquer STF da vida. Pai, mãe, vô, vó – qual é a tua? Não quero; ser herdeiro nem herdeira dessa falcatrua existencial! Em tempo: Se tu podes fazer alguma diferença: Não te culpes tanto assim; ouve teus sucessores; pois eles dizem com todas as letras o que tu tentas ignorar na hora de puni-los, segundo tuas conveniências e a dos teus pares. Pára um segundo para ouvir o que tenta te dizer o coração: Pai, mãe, vó, vô, tio, tia: Eu me drogo por que quero; tenho câncer por opção; você foi apenas um péssimo acidente das minhas escolhas. Que os idiotas ladrões das oportunidades dos outros que se acham o máximo dos concursados; que assim atuem: explorando os mais preguiçosos de pensar, na troglodita forma de levar vantagem em tudo; para esses tudo bem; mas e o que dizer dos pseudo mestres bem criados em berços esplêndidos que se colocam a serviço dos que, ás vezes, não tiveram essa oportunidade de se acharem felizes; por breves momentos. Colocar a culpa nos manos é crueldade e covardia; pois a responsabilidade é progressiva. Quem não tem competência que peça demissão. Os próximos tempos serão de expurgo; que pode e deve ser apressado pelas pessoas que já ousam pensar. Pode parecer impossível viver num mundo onde ser diferente virou crime passível de obrigar a maioria a se redimir para favorecer os que ainda continuam tentando manter o poder, ÁS VEZES, inutilmente... Mas a intenção é tudo. Quem sobrar por aqui verá... Dica para quem quiser ajudar a acabar com o sistema das leis mal aplicadas e do judiciário: TODO GORDO E OBESO pode, e deve; ser ressarcido pela sociedade: pais, professores, entidades e poder público. Nada tão fora de questão assim. Apenas agir de conformidade com a Lei; atuar sob a proteção da indústria da comida; como faz a de remédios tão inúteis como desnecessários; e que se tornaram moeda forte de barganha a serviço dos déspotas da medicina e do direito. O que os rezadores de plantão podem fazer? Apenas pedir para que a situação se resolva o mais rápido possível; que cada um aprenda o deve ser aprendido. Está fora de peso? Para resolver seu problema: Processe a família, a escola onde foi educado, a mídia e os governantes; pois eles são os réus por excelência. Simples assim: Está doente, desempregado, infeliz? PROCESSE TODO MUNDO... É isso que o diabo quer... Namastê.

domingo, 11 de março de 2012

ESPANTE-SE PARA ESPANTAR A MEDIOCRIDADE





Sofrer, dificuldades, crises representam nossa mediocridade, em se tratando de evolução.
Pura falta de consciência que também se origina do espanto.

Mas o que é estar consciente?
Conhecimento e responsabilidade seguidos de trabalho?

O que o espanto tem a ver com progresso?

O espanto, dizia Aristóteles, é o começo da ciência de qualquer tipo.
Que se origina dos fatos (observe o cotidiano). Dos quais se originam as indagações (desenvolvimento da inteligência). Uma vez constatados, são levados à observação metódica, de onde surgem as hipóteses (reflexão). Que uma vez comprovadas, passam a se chamar leis da ciência.

Um dos segredos do bem-viver:
Espantemo-nos com a simplicidade, inteligência e justiça das leis naturais.
Estudemos a ciência de viver no cotidiano.
Eliminemos a ignorância, alimentada pelo medo e pela preguiça que aprisiona e retarda.
Conhecimento traz responsabilidades.
Não fujamos a ela mantendo a ignorância.
Quantas vezes ouvimos: “é melhor ser ignorante que se satisfaz com qualquer coisa e não sofre”.
Ignora o autor da frase, que ninguém permanece à margem da estrada evolutiva, que o conhecimento vem dia menos dia, passiva ou ativamente, à escolha de cada um.

Deixe de ser cobaia:
Espante-se com sua falta de espanto.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

PEÇA E RECEBERÁS – SE PEDIRES DIREITO




Uma das tarefas que mais assusta os ajudantes do Divino é o estágio na triagem de nossos pedidos e solicitações; coisa de louco.
Mesmo com a garantia de Jesus que tudo o que pedirmos ao Pai receberemos; boa parte dos recebimentos vem com defeito ou nada a ver; na hora errada; no momento inoportuno.
A culpa não é dos equipamentos do Divino nem dos seus ajudantes; é só do solicitante.
Temos graves problemas de comunicação – pensamos uma coisa, sentimos outra e agimos ao contrário.
Indecisos e malucos nem sabemos direito o que pedimos; pois não temos certeza nem clareza.
Os pedidos em língua portuguesa são mais difíceis de serem atendidos do que em outras línguas tamanha a multiplicidade possível na interpretação. Graças a Deus que o povo está fazendo uma reforma ortográfica simplificando tudo por conta própria; as pessoas já conseguem se comunicar usando um vocabulário com apenas umas trinta palavras.
O sincretismo religioso é outra dificuldade, fica quase impossível definir para quem será enviada a solicitação; exemplo: este pedido de pagamento de dívida vai para Santa Edwiges ou para Santo Expedito? – ás vezes algum trabalhador mais experiente no setor até dá a dica para os estagiários: olha o prazo! – Se for muito urgente passa para o Expedito. Os casos amorosos então são complicados; os mais simples e naturais vão para Santo Antonio, os com a barra forçada vão para a turma da amarração no amor.

Realmente a tarefa de atendente do 0800 Divino não é fácil e ás vezes dá encrenca.
Meu Deus, eu não posso morrer muito cedo; pois tenho meus filhos para criar! – Anota aí: desencarne em torno da meia noite.
Senhor, se eu ganhar na loteria; eu realizarei os projetos de vida que tenho em mente até para ajudar aos outros; mas que minha sogra, cunhados e alguns amigos não fiquem sabendo! – anota aí: vai ganhar na loteria; mas vai perder o bilhete.

Pior é ter que agüentar as reclamações e retificações dos mentores dos solicitantes: Olha, não foi bem isso que meu pupilo pediu; dá para consertar? – Nossa tudo isso? – Se demorar muito ele vai perder a fé.

Peço a Deus todos os dias que demore um pouco até que eu tenha que passar nesse estágio desta etapa da nossa evolução; se puder pular esse item; eu ficarei grato – caso contrário, espero que até lá nossa educação tenha melhorado e que os pedidos sejam simples, claros e sucintos.

Quem diria; somos importantes; pois até a tarefa do Divino depende de nós e da nossa educação; o que estamos esperando?
Tudo pela educação; pois amar a Deus sobre todas as coisas também implica em investir forte até na educação formal.

“Quem não se comunica se estrumbica”.
Quem diria que o grito de alerta do mestre Abelardo Barbosa (Chacrinha) teria um alcance tão grande: até nos favores e na ajuda que vem do Além.

Vai pedir?
Pede direito.

Amém.

sábado, 28 de janeiro de 2012

“A CULPA É MINHA: COLOCO EM QUEM; EU QUISER”.




Essa é uma das expressões mais habituais da nossa forma tradicional de uso do livre arbítrio.

Reflexão para um fim de semana chuvoso, convidativo á meditação...

Namastê.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

O UMBRAL MORA AO LADO




As “tiradas” de Jesus são para pensar, refletir e não apenas recitar.

Uma delas: Quem tiver olhos de ver – ouvidos de ouvir...

Muitas pessoas “espiritualizadas” ficam a imaginar como seria o umbral médio. Sim: o médio; pois há várias camadas de padrão vibratório no chamado umbral; o que foi visto e revisto dezenas de vezes pelos telespectadores; não é o umbral grosso; não...

Quer saber o que é o umbral, purgatório ou inferno dos crentes?

Uma amostra bem aqui ao lado, está sendo mostrada na TV através das imagens da ação da polícia na região do centro de SP denominada cracolândia – magotes de usuários correndo em desvario; traficantes usuários vociferando; ameaçando pelo fato de resistirem á audácia de alguém querer lhes tirar o poder sobre aqueles que se permitiram abrir mão do livre arbítrio (usuários).

Assistiu?
O que lhe trouxe de antigas sensações?
Julgou?
Criticou?
E daí?
Fez o quê?
Tá de férias de pensar, sentir e agir?

Indignação á parte com relação aos expoentes e exponentes da exposição ao que viemos fazer...

Nesta mísera consideração a respeito da fala do Mestre - Quem tem olhos de ver e ouvidos de ouvir...

Relato apenas algumas experiências; que acho dignas de nota.

Em nosso pequeno grupo (e que continue assim) recebemos há meses a presença de amigos recém desencarnados habitantes da cracolândia vêm sendo atendidos; trazidos por um amigo espiritual que permitiu que seu nome fosse divulgado: Belarmino.
Qualquer dia destes; relataremos sua história de vida espiritual.

É impressionante a correspondência entre o que ocorre em 3D e o que acontece em 4D – apenas um detalhe: do lado de lá temos os magotes dos mentirosos, aproveitadores, medrosos, corruptos; enfim todos os vícios da evolução espiritual ainda não catalogadas na TV atual que determina o código de ética da maioria – lado a lado...
Talvez; é possível que muitos dos párias que estão sendo julgados pelas pessoas vitoriosas de hoje; estejam numa situação evolutiva melhor... Quem sabe?

Como trabalhador incondicional a serviço do Mestre, convoco os em torno; a se pronunciarem. Até, e principalmente, os que lutam pela causa do considerado animal.

Quem de nós já pode ser considerado um ser humano de fato?

A idéia era colocar experiências vividas no dia a dia em 3D e nas vivenciadas em 4D – mas; descobri que não é hora nem lugar.

Vivendo e aprendendo.

Aleluia.

Mas, fica sempre a questão do chato Mestre (fora dos seus momentos de belezura): quem tiver olhos de ver que veja – Quem tiver ouvidos de ouvir que ouça...

Aos outros Ele recomenda: O que vai acontecer aos mornos...

Namastê.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

ESCOLHA MINHA PROBLEMA MEU? - NOSSO?




Vivemos na Era do Junto; pensar junto, sentir junto, arcar junto...

Para tornar isso mais claro; e definir o quanto influenciamos todos com nossas escolhas:

Exemplo cotidiano, de um número cada vez maior de famílias:

Estudemos uma situação comum, específica, mas capaz de ser transferida para inúmeras outras do nosso Day by day.

Imaginemos um jovem adolescente que acha que tudo pode; tudo é problema seu; ninguém tem nada a ver com suas escolhas; quer usar e abusar do direito de ser livre.
Muito bem, esse paladino da liberdade sem responsabilidade resolve iniciar-se na droga, acha que com ela sente-se mais livre, menos inibido, mais feliz até; descuida-se e vai preso.

Com certeza, ele tem uma mãe ainda mal-educada nas emoções e nos sentimentos, como qualquer um de nós; e que chamará para si a responsabilidade do sentir-se feliz ou infeliz do filho.
Daí, como resultado das noites mal dormidas, do descuidar-se de si mesma, para pensar só na desdita dele; somada à sensação de frustração de sentir-se uma mãe falida e, de preocupar-se demais com o que os outros vão dizer dela e dele - ainda ama possessivamente e, adoece; ás vezes de forma grave, podendo tornar-se até depressiva, angustiada ou em pânico.

Façamos uma primeira pausa para reflexão.

O jovem dono do mundo, dono do seu próprio nariz, sente-se livre para fazer suas escolhas.
Escolheu atirar a pedra do livre arbítrio; a escolha do uso da droga; mesmo sabendo, mesmo alertado da possibilidade de possíveis conseqüências funestas, que imaginava só acontecer com os outros que são menos inteligentes; e jamais com ele, a criatura mais esperta do mundo; ah! Com ele isso jamais vai acontecer.

Escolheu a pedra e atirou-a no lago que é a humanidade.
Com certeza ela caiu bem no centro de seu universo pessoal e causou um grande tumulto no seu meio familiar. Quer queira quer não, sua mais forte ligação afetiva, independentemente da qualidade desse vínculo, é com sua mãe. Desse modo, ela foi a primeira a ser atingida pelo impacto e de forma mais intensa. Mas, a onda de perturbação se estenderá inevitavelmente a toda a família, segundo a intensidade e o tipo de vínculos que mantenha com cada um dos familiares. E os efeitos sobre cada um deles; seja em duração ou em intensidade serão proporcionais aos desdobramentos desencadeados pela sua atitude.

Inevitavelmente, as conseqüências terão um efeito danoso na intimidade das pessoas que estejam ligadas a ele com vínculos afetivos mais fortes.
É possível até que tenha alguém apaixonado por ele, cuja vida íntima e cuja saúde pode ser afetada em profundidade, dependendo sempre da estrutura mental/emocional da outra pessoa.

Retornando ao estudo da situação que ele gerou, o impacto se estende além, e logo ultrapassa as fronteiras da sua família.

A mãe do seu melhor amigo certamente é uma criatura não muito diferente da sua mãe, quanto à educação das emoções, e põe-se a pensar que, se o filho andava com ele pode muito bem estar fazendo a mesma coisa. É o suficiente para ruminar essa idéia num circuito fechado, e “morta de preocupação” pode também adoecer ou tornar a sua relação com o filho num verdadeiro inferno de cobranças e recriminações. Desequilibrada e doente vai afetar a vida de todos os que moram naquela casa ou se relacionam com ela.

Como 2012 é o ano da reflexão:

Ninguém pode discordar que o impacto originado embora de forma amena; também atingiu pessoas mais distantes; já que, por exemplo, a família de seu melhor amigo também foi afetada.

Indo um pouco mais longe em nossas observações, identificamos outro grupo de pessoas que podem ter sido atingidas:
Seus amigos de convivência podem ser rotulados de viciados; mesmo sem que o sejam; eles podem sofrer algum tipo de discriminação, ter suas vidas afetadas em muitos aspectos: pessoal, familiar, escolar e de convivência social.

Sua escolha também vai afetar grupos mais distantes, e embora de forma mais branda também vai interferir temporariamente no relacionamento entre pais e filhos nas famílias da vizinhança.

Indo mais além um pouco; preso: está consumindo recursos que são do coletivo.
O dinheiro que está sendo gasto para mantê-lo na prisão poderia ser usado para melhorar a merenda de uma criança na escola, para oferecer melhores oportunidades de instrução ou de saúde para outros.

Vamos fazer um exercício de empatia e nos colocar no lugar dele.

Primeiro num exercício de imaginação, tentando avaliar segundo a visão de mundo de um jovem, hoje.

Depois, nos colocando no lugar dele e segundo nossa própria visão da realidade.

Qual será nossa postura?
Aceitaremos assumir o erro da escolha?
Nós nos infernizaremos com culpas e recriminações?
Adotaremos o álibi do perdão religioso e posterior a posição de coitados, de vítimas?
Colocaremos a culpa em alguém que nos arrastou para o vício dos remédios, da comida, cigarro, álcool?
Culparemos a postura dos nossos pais – que repassarão para os seus?
Adotaremos a posição de incompreendidos, de mal/amados? Tentaremos nos justificar?
E como?
O que diremos?
Quais os argumentos?

É quase certeza que mesmo no decorrer neste ano da REFLEXÃO ativa ou compulsória; nós utilizaremos o simplório argumento do livre/arbítrio:
Escolhemos porque é nosso direito; nossa vida nos pertence e só a nós interessa - e argumentaremos que os outros foram afetados porque quiseram; que também foram livres para isso.
A nossa parte é problema nosso, a parte que coube aos outros é problema deles, etc.

Entramos na Era do Comprometimento.
Quem quiser pode definir seus compromissos.
E participar.
Tentar fugir?
Prá um planeta distante?

Namastê.