De forma egoísta e infantil, nós nos achamos o centro do universo; os queridinhos de Deus – nada mais existe; apenas nós. O tempo todo a Fonte Criadora não faz outra coisa senão nos paparicar – o cosmos gira em torno de nós e de nossos interesses.
Apenas alguns que já conquistaram um mínimo de raciocínio crítico admitem a duras penas para o ego: nós somos seres destruidores, interesseiros, egoístas, cultivamos o mal, estamos destruindo a Casa do Pai que nos abriga, maltratamos nossos companheiros de jornada de todos os reinos da natureza – resumindo: nós somos um perigo para a vizinhança cósmica – no entanto, assim mesmo, nós nos achamos merecedores de todos os direitos e privilégios; apenas por acreditarmos em Deus, mesmo que não façamos nada do que Ele nos pede.
Inevitável para o bem comum cósmico que passemos o mais rápido possível por uma cirurgia planetária radical.
Ela está a caminho; é inevitável, irreversível; e dentro de um conjunto de probabilidades e de possibilidades o que pode variar é apenas a forma e a intensidade das transformações capazes de levar á cura planetária. A forma como cada um e cada grupo vai interpretar as ocorrências também fará a diferença quanto a sofrer ou não.
Quem quiser ver que veja; quem quiser ouvir que ouça:
As informações a respeito do que nos aguarda não se baseiam apenas em mensagens espirituais ou de extraterrestres; as notícias da transição já são fato científico á disposição de quem se interessar. Durante e passada esta fase; as pessoas que sobreviverem em corpo físico e as que conseguirem o padrão vibratório suficiente para aqui continuar seu aprendizado não foram premiadas com informação privilegiada; filtraram as informações, raciocinaram de forma crítica e investiram na sua continuidade aqui.
Será uma transição sofrida?
Nem sim nem não – depende do grau de consciência já desenvolvido por cada pessoa.
Nada muito diferente do apocalipse que muitos já vivem e outros viverão até o momento mais agudo.
Haverá sofrimento maior do que o sentido pelas pessoas que já vivem o fim do mundo; imersas na dor da “perda de todos os tipos e matizes”?
Nossa relação com a dor e o sofrer é mais um dos paradoxos da esquizofrenia cultural mantida pelo sistema de crenças. Tememos a dor, a doença, o sofrer, a morte; mas corremos atrás; amamos e detestamos.
Para muitas pessoas aventar a possibilidade de bem sofrer ou de mal sofrer parece loucura – mas, não é. Antes de tudo é preciso refletir o que seja dor, sofrer e identificar suas origens.
Para que este final dos tempos em andamento tenha suas finalidades atingidas; e para que o transcorrer da fase crítica que se aproxima seja proveitoso, o recado deste momento em diante será:
Ou aprende ou aprende.
Ou melhora ou melhora.
Sem dúvida; no decorrer dos próximos meses vai ser difícil não aprender algumas Leis da vida.
Exemplo: nós vamos deixar de exagerar na importância que damos a alguns fatos e situações que hoje nos atormentam; tamanha a quantidade simultânea.
Rotular o assunto de baixo astral, catastrófico e amedrontador para fugir dele, de estudá-lo; é atitude pouco inteligente como a de sofrer por antecipação.
Pouco felizes serão os que:
Deixarem as providências para a última hora.
Entregarem tudo nas Mãos de Deus.
Confiarem na sorte ou no destino sem a contrapartida do esforço.
Quer ser um dos sobreviventes e participar da reconstrução do planeta?
Quer fazer parte do grupo de pioneiros que construirão a Nova Terra?
Mexa-se.
terça-feira, 28 de junho de 2011
quarta-feira, 8 de junho de 2011
O QUE FAZER NO FINAL DESTES TEMPOS?
Desde longa data em nossa escala de tempo estamos sendo alertados para este final de ciclo. Se prestarmos atenção sempre nos parece que cada um dos que nos avisaram colocou os fatos como se o processo já estivesse para se finalizar desde remotas Eras.
Mas, que nos últimos anos tudo parece mais acelerado é inegável – esse fato nos gera ansiedade e até um certo medo. É possível que bem lá no fundo do nosso ser nós saibamos que deixamos muitas coisas para a última hora. Embora isso possa ser real também é verdade que a ansiedade doentia do mundo contemporâneo seja fruto da nossa incompetência em gerenciar a própria vida.
Quando permitimos que outras pessoas nos vendam desejos, necessidades, problemas e soluções que são deles, somos merecedores de viver ansiosos, angustiados, depressivos, em pânico.
A ansiedade doentia ou pressa de quem não sabe quem é, e o que quer para si; também é um dos fatores da percepção deturpada do tempo que nos atormenta.
Para que tanta pressa?
A ansiedade é um mecanismo mental/emocional. A pressa é a sua materialização na forma de atitudes e trabalho.
A pressa nos leva a tentarmos fazer muitas coisas ao mesmo tempo – nessa atitude se esconde um perigo ao nosso futuro: sob seu comando tudo que fazemos é mal feito. Dessa forma, deturpamos e roubamos o próprio tempo, pois nessa condição não criamos nada novo e realizador; apenas refazemos o mal feito sem cessar; num infindável recomeço
De outro lado, o medo doentio é um filhote da cultura que a todo momento reforça nosso temor e ansiedade; para depois alguém nos vender “baratinho” a solução em suaves prestações e, concorrendo a um objeto dos desejos por dia. Medrosos travamos a própria vida e paralisamos nosso progresso. Na vã tentativa de fugir dessa situação sem esforço a sociedade nos ensina desde criança a bancarmos o homem/avestruz que enfia a cabeça no buraco das ilusões e brinca de faz de conta que tudo está resolvido.
Num dos comentários a respeito do artigo de ontem uma amiga observou que talvez fosse melhor para nós nesta atual fase; apenas deixar as coisas acontecerem para ver como fica e só depois partirmos para mudanças mais radicais.
Se acreditarmos em seres da qualidade de um Jesus essa escolha morna não é das melhores; se levarmos em conta o que Ele disse a respeito do futuro dos que adotam essa postura de viver.
Talvez eu esteja enganado; mas é possível que boa parte dessa nossa sensação de inadequação com relação ao que está em andamento no planeta, como se não fizéssemos parte deste contexto; mais aquela sensação de culpa que não pode ser explicada á luz dos fatos presentes; ou até mesmo a tendência á tristeza e depressão – quem garante que essa forma de nos sentirmos não se tenha originado da postura de cruzar os braços, fazer cara de paisagem, jogar tudo nas mãos de Deus; quando nós fomos avisados do que estava para acontecer em mundos de onde fomos reciclados antes. Realmente é bem possível que se não adotarmos uma revisão radical de nossas crenças e posturas – um dia no futuro, nós acordemos num mundo distante com a sensação de não fazermos parte do contexto local. Como explicar a sensação estranha: acho que já assisti a esse filme.
Talvez estejamos fazendo com o aviso deste final de ciclo cósmico o que sempre fizemos com o tema: morte. Deixa para lá! – Vamos mudar de assunto e falar de coisas mais interessantes e positivas!
Sugestões a respeito do que fazer são bem vindas.
Mas, que nos últimos anos tudo parece mais acelerado é inegável – esse fato nos gera ansiedade e até um certo medo. É possível que bem lá no fundo do nosso ser nós saibamos que deixamos muitas coisas para a última hora. Embora isso possa ser real também é verdade que a ansiedade doentia do mundo contemporâneo seja fruto da nossa incompetência em gerenciar a própria vida.
Quando permitimos que outras pessoas nos vendam desejos, necessidades, problemas e soluções que são deles, somos merecedores de viver ansiosos, angustiados, depressivos, em pânico.
A ansiedade doentia ou pressa de quem não sabe quem é, e o que quer para si; também é um dos fatores da percepção deturpada do tempo que nos atormenta.
Para que tanta pressa?
A ansiedade é um mecanismo mental/emocional. A pressa é a sua materialização na forma de atitudes e trabalho.
A pressa nos leva a tentarmos fazer muitas coisas ao mesmo tempo – nessa atitude se esconde um perigo ao nosso futuro: sob seu comando tudo que fazemos é mal feito. Dessa forma, deturpamos e roubamos o próprio tempo, pois nessa condição não criamos nada novo e realizador; apenas refazemos o mal feito sem cessar; num infindável recomeço
De outro lado, o medo doentio é um filhote da cultura que a todo momento reforça nosso temor e ansiedade; para depois alguém nos vender “baratinho” a solução em suaves prestações e, concorrendo a um objeto dos desejos por dia. Medrosos travamos a própria vida e paralisamos nosso progresso. Na vã tentativa de fugir dessa situação sem esforço a sociedade nos ensina desde criança a bancarmos o homem/avestruz que enfia a cabeça no buraco das ilusões e brinca de faz de conta que tudo está resolvido.
Num dos comentários a respeito do artigo de ontem uma amiga observou que talvez fosse melhor para nós nesta atual fase; apenas deixar as coisas acontecerem para ver como fica e só depois partirmos para mudanças mais radicais.
Se acreditarmos em seres da qualidade de um Jesus essa escolha morna não é das melhores; se levarmos em conta o que Ele disse a respeito do futuro dos que adotam essa postura de viver.
Talvez eu esteja enganado; mas é possível que boa parte dessa nossa sensação de inadequação com relação ao que está em andamento no planeta, como se não fizéssemos parte deste contexto; mais aquela sensação de culpa que não pode ser explicada á luz dos fatos presentes; ou até mesmo a tendência á tristeza e depressão – quem garante que essa forma de nos sentirmos não se tenha originado da postura de cruzar os braços, fazer cara de paisagem, jogar tudo nas mãos de Deus; quando nós fomos avisados do que estava para acontecer em mundos de onde fomos reciclados antes. Realmente é bem possível que se não adotarmos uma revisão radical de nossas crenças e posturas – um dia no futuro, nós acordemos num mundo distante com a sensação de não fazermos parte do contexto local. Como explicar a sensação estranha: acho que já assisti a esse filme.
Talvez estejamos fazendo com o aviso deste final de ciclo cósmico o que sempre fizemos com o tema: morte. Deixa para lá! – Vamos mudar de assunto e falar de coisas mais interessantes e positivas!
Sugestões a respeito do que fazer são bem vindas.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
COMO SE FOSSE A ÚLTIMA VEZ
A humanidade se especializou em fazer promessas e não cumpri-las. Essa atitude infantil decorre do cultivo sistemático do pensamento mágico que deturpou a visão da aplicação da Justiça Natural.
A mentira em todas as suas formas e dimensões é uma das nossas marcas cósmicas.
Pais mentem milhares de vezes para seus filhos durante a vida; e eles por sua vez, repassam esse hábito para seus descendentes – existência após existência – criando a sociedade dos farsantes.
Nosso álibi:
Ainda crianças cósmicas fomos enganados por seres rebelados que se apossaram das nossas imaturas mentes e nos dominaram com conceitos religiosos que envolvem tráfico de influência na aplicação da Justiça Natural: confissões, arrependimento, penitências, perdão mediante pagamento – além de uma visão romanceada da vida na espiritualidade ou em 4D.
As atividades onde a Lei de Causa e Efeito e a de Retorno possam ser identificadas e aprendidas estão sob o domínio dessas criaturas – como a medicina, sistema educacional, justiça, sistema financeiro e político...; sua intenção básica é que não nos libertemos do seu jugo.
Nossa experiência nesta Escola já esteve seriamente ameaçada; quando Jesus intercedeu pela nossa causa junto á Confederação Galáctica e com sua equipe esteve entre nós; Ele dentre outras coisas, afirmou que somente a Verdade nos libertará; e não estava usando de uma alegoria – é preciso entender essa colocação no sentido literal e com todas as letras.
Conforme já fomos avisados em muitas línguas e por muitos de seus mensageiros deste plano e de outros; como Francisco Cândido Xavier - nós estamos vivendo o final de uma moratória de 50 anos que foi concedida pelo Conselho da Confederação, a pedido do próprio Jesus – se quisermos realmente continuar nosso progresso aqui na Terra é preciso que comecemos com a máxima urgência a cultivar a Verdade em todos os sentidos; especialmente a Verdade íntima – chega de desculpas e justificativas e promessas nunca cumpridas tanto no terreno pessoal quanto na vida coletiva.
É preciso viver como se fosse a última vez por aqui – e provavelmente para a maioria de nós será mesmo.
Não cabe mais nenhuma desculpa ou justificativa:
Conforme já colocamos em outros artigos; a aceleração atual mostra isso de forma muito clara.
Causa e efeito estão saindo na mesma foto.
A paciência Deles conosco esgotou.
É preciso começar a prometer, cumprir e arcar.
Somente a Verdade nos libertará mais simples e direto do que isso; impossível.
O que nos levou a não entendermos nada?
Haja choro e ranger de dentes (não é bruxismo)...
A mentira em todas as suas formas e dimensões é uma das nossas marcas cósmicas.
Pais mentem milhares de vezes para seus filhos durante a vida; e eles por sua vez, repassam esse hábito para seus descendentes – existência após existência – criando a sociedade dos farsantes.
Nosso álibi:
Ainda crianças cósmicas fomos enganados por seres rebelados que se apossaram das nossas imaturas mentes e nos dominaram com conceitos religiosos que envolvem tráfico de influência na aplicação da Justiça Natural: confissões, arrependimento, penitências, perdão mediante pagamento – além de uma visão romanceada da vida na espiritualidade ou em 4D.
As atividades onde a Lei de Causa e Efeito e a de Retorno possam ser identificadas e aprendidas estão sob o domínio dessas criaturas – como a medicina, sistema educacional, justiça, sistema financeiro e político...; sua intenção básica é que não nos libertemos do seu jugo.
Nossa experiência nesta Escola já esteve seriamente ameaçada; quando Jesus intercedeu pela nossa causa junto á Confederação Galáctica e com sua equipe esteve entre nós; Ele dentre outras coisas, afirmou que somente a Verdade nos libertará; e não estava usando de uma alegoria – é preciso entender essa colocação no sentido literal e com todas as letras.
Conforme já fomos avisados em muitas línguas e por muitos de seus mensageiros deste plano e de outros; como Francisco Cândido Xavier - nós estamos vivendo o final de uma moratória de 50 anos que foi concedida pelo Conselho da Confederação, a pedido do próprio Jesus – se quisermos realmente continuar nosso progresso aqui na Terra é preciso que comecemos com a máxima urgência a cultivar a Verdade em todos os sentidos; especialmente a Verdade íntima – chega de desculpas e justificativas e promessas nunca cumpridas tanto no terreno pessoal quanto na vida coletiva.
É preciso viver como se fosse a última vez por aqui – e provavelmente para a maioria de nós será mesmo.
Não cabe mais nenhuma desculpa ou justificativa:
Conforme já colocamos em outros artigos; a aceleração atual mostra isso de forma muito clara.
Causa e efeito estão saindo na mesma foto.
A paciência Deles conosco esgotou.
É preciso começar a prometer, cumprir e arcar.
Somente a Verdade nos libertará mais simples e direto do que isso; impossível.
O que nos levou a não entendermos nada?
Haja choro e ranger de dentes (não é bruxismo)...
quinta-feira, 2 de junho de 2011
QUANDO O SANTO NÃO BATE
ANTIPATIA GRATUITA
Parece complicado entender o não ir com a cara de alguém sem motivos aparentes.
- O que fiz para essa criatura?
- De onde vem essa antipatia gratuita?
Deixando de lado possíveis encrencas do passado longínquo.
Parte do processo pode ser explicado pela física.
Quer tenhamos consciência ou não; nós pensamos, sentimos e agimos o tempo todo, sem descanso.
Isso, cria um campo vibratório eletromagnético.
Que se irradia de nós e, interage com o dos outros.
Essa interação gera sensações boas ou ruins.
Prazerosas ou não.
Quando dizemos que o nosso santo não bate com o de alguém; estamos constatando que os campos vibratórios se repelem.
A repulsão de iguais é o fator mais comum; especialmente nas relações continuadas: vida em família; no estudo; no trabalho.
Na verdade a antipatia gratuita é um espelho onde se reflete a nossa nada santa imagem - a parte de nós que não aceitamos; nem ver no outro.
Esse espelho recebe o nome de projeção.
Parece complicado entender o não ir com a cara de alguém sem motivos aparentes.
- O que fiz para essa criatura?
- De onde vem essa antipatia gratuita?
Deixando de lado possíveis encrencas do passado longínquo.
Parte do processo pode ser explicado pela física.
Quer tenhamos consciência ou não; nós pensamos, sentimos e agimos o tempo todo, sem descanso.
Isso, cria um campo vibratório eletromagnético.
Que se irradia de nós e, interage com o dos outros.
Essa interação gera sensações boas ou ruins.
Prazerosas ou não.
Quando dizemos que o nosso santo não bate com o de alguém; estamos constatando que os campos vibratórios se repelem.
A repulsão de iguais é o fator mais comum; especialmente nas relações continuadas: vida em família; no estudo; no trabalho.
Na verdade a antipatia gratuita é um espelho onde se reflete a nossa nada santa imagem - a parte de nós que não aceitamos; nem ver no outro.
Esse espelho recebe o nome de projeção.
quinta-feira, 26 de maio de 2011
VIDAS EM SUSPENSÃO
Quando queremos dizer em tom de chacota que determinada pessoa está defasada de sua época; nós falamos que ela parou no tempo ou de forma mal educada dizemos que é uma múmia.
De forma inconsciente os ditados e as colocações populares sempre carregam consigo verdades cuja intensidade e alcance fogem á nossa compreensão em determinadas fases ou momentos.
É possível parar no tempo?
Sim.
Podes estacionar no tempo; mas o tempo não estaciona á tua espera.
Ontem nosso grupo de trabalho espiritual atuou no atendimento a pacientes numa das alas de um Hospital do astral onde há milhares de macas como que suspensas no ar, dispostas em prateleiras; parecendo aqueles filmes de ficção científica futurista.
Sintetizando: nos foi dito que aquelas pessoas eram “vidas em suspensão” esperando o momento de serem despertas, trazidas de volta á realidade. Colocaram-se nesse estado devido a se deixarem aprisionar em sistemas de crenças estáticos; além de idéias fixas.
Um dos casos que nos é permitido relatar – manifestou-se uma pessoa de inteligência aguçada, questionadora, desconfiada; á primeira impressão parecia um agente das sombras – mas, estava apenas confusa. Resumindo: ele foi um cientista (físico) daqueles mentalistas que só acreditavam no poder da criação mental e da ciência; desencarnou após ser atropelado por uma carruagem numa fria e noite no dia 27/05/1867 em Londres – essa foi a data em que ele achou estar vivendo ao acordar desse longo transe. Foi explicado a nós que sua crença: com a morte tudo findava; o manteve tanto tempo nesse estado de hibernação ou suspensão. Boa parte dos que estão naquela enfermaria são vítimas de crenças religiosas; e estão á espera do juízo final.
No decorrer da conversa lembrei-me de um filme antigo; uma comédia: O DORMINHOCO.
Esse caso pode ilustrar além de vários enfoques, o perigo de nossas crenças não recicladas; não atualizadas á luz de novas informações e conhecimentos. Ninguém é protegido pelas suas crenças. Pessoa alguma está acima da Verdade, Realidade ou Lei.
A vida nos mostra até de forma engraçada como devemos nos portar – exemplo: não apenas os carros da atualidade devem ser flex – mas, principalmente os motoristas. A flexibilidade é condição essencial para não ficarmos com nosso Projeto de Vida em suspensão.
Todo cuidado é pouco.
Você pode parar no tempo; mas o tempo não fica parado á sua espera.
Vamos pegar carona no estudo deste caso para tentar entender um pouco mais a respeito do que seja o tempo.
O tempo real não se mede nem no calendário nem no relógio. Estamos habituados a perceber a vida apenas segundo a visão linear; quando o tempo real é a experiência em andamento.
Imaginemos o tempo perdido pelo nosso amigo no desperdício da possibilidade de uma ou até mais reencarnações possíveis nesse espaço de tempo; caso o seu sistema de crenças estivesse atualizado – perdeu tempo; ou seja; não realizou experiências possíveis.
O tempo como o sentimos fluir é objetivo e subjetivo de forma simultânea.
Em 1905, Albert Einstein publicou a sua Teoria Especial da Relatividade que nos mostra que tempo e espaço constituem uma unidade e que nunca podemos falar de um sem falar do outro. Por exemplo, dois observadores podem ordenar uma série de acontecimentos de forma diferente caso se movam em velocidades diferentes com relação ao evento. Podem até perceber o mesmo evento de forma invertida: o que para um é passado para o outro é futuro. Imaginemos que nosso amigo se encontre com alguém que viveu uma experiência na vida física enquanto a sua estava em suspensão – o que para ele eqüivale a futuro para o outro já é passado.
Trazendo para o nosso cotidiano.
Se esses e outros conceitos fossem aplicados de forma sistemática no dia a dia; compreenderíamos de forma coerente a sucessão dos eventos a que estamos submetidos evitando sofrer, doenças e problemas mais graves.
Será que somos capazes de retardar ou acelerar a passagem do tempo com nosso pensar, sentir, agir?
O lado subjetivo do tempo faz com que o mesmo observador o perceba passar de forma diferenciada em diferentes situações a que possa estar submetido. No caso, o conceito de perceber a passagem do tempo depende de como ele ordenou a seqüência dos eventos. Exemplo: quando estamos na cidade grande o espaço de tempo linear de um dia necessitaria de pelo menos trinta horas ao invés de 24, para que as expectativas e os prazos estabelecidos fossem cumpridos. E, a mesma pessoa isolada numa fazenda num local ermo após alguns dias lá, morreria de tédio; pois cada um demoraria uma semana para passar. A diferença nesse caso é a quantidade das expectativas e de prazos num e noutro lugar, e também do número de eventos ou experiências a serem ordenadas.
Não somos capazes de isolar nosso estado emocional e afetivo da condição de observador de um evento “espaço-tempo”. Situações de euforia e de alegria levam o observador a sentir a passagem do tempo de forma rápida, vapt-vupt. Já as situações opostas tornam o mesmo evento muito lento, uma eternidade. Um exemplo típico do cotidiano: para quem não gosta muito do que faz, a semana de Segunda a Quinta leva um mês para passar, já da Sexta á tarde até o Domingo parece que o tempo voa, acaba em minutos...
Nas últimas décadas a tecnologia de comunicações inventa a cada dia novos artefatos que trazem aos ouvintes, espectadores e Internautas, eventos com uma relação de incrível disparidade na relação espaço - tempo. Situações que ocorrem no outro lado do planeta chegam ao observador quase que em tempo linear real, e de certa forma não nos preparamos para isso.
A reflexão do dia:
Podes parar no tempo; mas o tempo não fica parado á tua espera.
Estamos realmente vivendo as experiências em andamento?
Paz e Luz.
De forma inconsciente os ditados e as colocações populares sempre carregam consigo verdades cuja intensidade e alcance fogem á nossa compreensão em determinadas fases ou momentos.
É possível parar no tempo?
Sim.
Podes estacionar no tempo; mas o tempo não estaciona á tua espera.
Ontem nosso grupo de trabalho espiritual atuou no atendimento a pacientes numa das alas de um Hospital do astral onde há milhares de macas como que suspensas no ar, dispostas em prateleiras; parecendo aqueles filmes de ficção científica futurista.
Sintetizando: nos foi dito que aquelas pessoas eram “vidas em suspensão” esperando o momento de serem despertas, trazidas de volta á realidade. Colocaram-se nesse estado devido a se deixarem aprisionar em sistemas de crenças estáticos; além de idéias fixas.
Um dos casos que nos é permitido relatar – manifestou-se uma pessoa de inteligência aguçada, questionadora, desconfiada; á primeira impressão parecia um agente das sombras – mas, estava apenas confusa. Resumindo: ele foi um cientista (físico) daqueles mentalistas que só acreditavam no poder da criação mental e da ciência; desencarnou após ser atropelado por uma carruagem numa fria e noite no dia 27/05/1867 em Londres – essa foi a data em que ele achou estar vivendo ao acordar desse longo transe. Foi explicado a nós que sua crença: com a morte tudo findava; o manteve tanto tempo nesse estado de hibernação ou suspensão. Boa parte dos que estão naquela enfermaria são vítimas de crenças religiosas; e estão á espera do juízo final.
No decorrer da conversa lembrei-me de um filme antigo; uma comédia: O DORMINHOCO.
Esse caso pode ilustrar além de vários enfoques, o perigo de nossas crenças não recicladas; não atualizadas á luz de novas informações e conhecimentos. Ninguém é protegido pelas suas crenças. Pessoa alguma está acima da Verdade, Realidade ou Lei.
A vida nos mostra até de forma engraçada como devemos nos portar – exemplo: não apenas os carros da atualidade devem ser flex – mas, principalmente os motoristas. A flexibilidade é condição essencial para não ficarmos com nosso Projeto de Vida em suspensão.
Todo cuidado é pouco.
Você pode parar no tempo; mas o tempo não fica parado á sua espera.
Vamos pegar carona no estudo deste caso para tentar entender um pouco mais a respeito do que seja o tempo.
O tempo real não se mede nem no calendário nem no relógio. Estamos habituados a perceber a vida apenas segundo a visão linear; quando o tempo real é a experiência em andamento.
Imaginemos o tempo perdido pelo nosso amigo no desperdício da possibilidade de uma ou até mais reencarnações possíveis nesse espaço de tempo; caso o seu sistema de crenças estivesse atualizado – perdeu tempo; ou seja; não realizou experiências possíveis.
O tempo como o sentimos fluir é objetivo e subjetivo de forma simultânea.
Em 1905, Albert Einstein publicou a sua Teoria Especial da Relatividade que nos mostra que tempo e espaço constituem uma unidade e que nunca podemos falar de um sem falar do outro. Por exemplo, dois observadores podem ordenar uma série de acontecimentos de forma diferente caso se movam em velocidades diferentes com relação ao evento. Podem até perceber o mesmo evento de forma invertida: o que para um é passado para o outro é futuro. Imaginemos que nosso amigo se encontre com alguém que viveu uma experiência na vida física enquanto a sua estava em suspensão – o que para ele eqüivale a futuro para o outro já é passado.
Trazendo para o nosso cotidiano.
Se esses e outros conceitos fossem aplicados de forma sistemática no dia a dia; compreenderíamos de forma coerente a sucessão dos eventos a que estamos submetidos evitando sofrer, doenças e problemas mais graves.
Será que somos capazes de retardar ou acelerar a passagem do tempo com nosso pensar, sentir, agir?
O lado subjetivo do tempo faz com que o mesmo observador o perceba passar de forma diferenciada em diferentes situações a que possa estar submetido. No caso, o conceito de perceber a passagem do tempo depende de como ele ordenou a seqüência dos eventos. Exemplo: quando estamos na cidade grande o espaço de tempo linear de um dia necessitaria de pelo menos trinta horas ao invés de 24, para que as expectativas e os prazos estabelecidos fossem cumpridos. E, a mesma pessoa isolada numa fazenda num local ermo após alguns dias lá, morreria de tédio; pois cada um demoraria uma semana para passar. A diferença nesse caso é a quantidade das expectativas e de prazos num e noutro lugar, e também do número de eventos ou experiências a serem ordenadas.
Não somos capazes de isolar nosso estado emocional e afetivo da condição de observador de um evento “espaço-tempo”. Situações de euforia e de alegria levam o observador a sentir a passagem do tempo de forma rápida, vapt-vupt. Já as situações opostas tornam o mesmo evento muito lento, uma eternidade. Um exemplo típico do cotidiano: para quem não gosta muito do que faz, a semana de Segunda a Quinta leva um mês para passar, já da Sexta á tarde até o Domingo parece que o tempo voa, acaba em minutos...
Nas últimas décadas a tecnologia de comunicações inventa a cada dia novos artefatos que trazem aos ouvintes, espectadores e Internautas, eventos com uma relação de incrível disparidade na relação espaço - tempo. Situações que ocorrem no outro lado do planeta chegam ao observador quase que em tempo linear real, e de certa forma não nos preparamos para isso.
A reflexão do dia:
Podes parar no tempo; mas o tempo não fica parado á tua espera.
Estamos realmente vivendo as experiências em andamento?
Paz e Luz.
sexta-feira, 20 de maio de 2011
MORADA CELESTE - QUEM DEVE JULGAR O PADRÃO DE QUALIDADE?
Nesta dimensão da vida, céu ou inferno são estados temporários e portáteis.
Idealizamos, construímos e carregamos conosco nossos sonhos – ou os dos outros?
Um céu pessoal junto com o de outros cria um condomínio celeste. Um inferno pessoal agregado a outros cria uma favela cósmica situada no umbral da vida.
Vende-se apartamento na Colônia Nosso Lar – 3 dormitórios, sala de meditação, banheira e ampla vista para o cosmos, etc.
Aluga-se “ktinete” no umbral light, fácil acesso; sem fiador...
Lançamento:
Aproveitem.
Condomínio dos professores: entrada facilitada, a “s”em metros do céu e com vista para o parque dos políticos sinceros...
Para os compradores da qualidade da moradia cósmica o marketing vive á caça de consumidores da própria dignidade de ser pensante.
Quem sou eu - e para onde vou?
A avaliação de qualidade implica em julgamento ou em escolha, e é da lei da evolução que devemos escolher sempre, todos devemos e julgamos ou escolhemos o tempo todo.
Mas, quanto posso pagar?
Em cada momento tudo com o que interagimos tem um padrão de qualidade, momentânea, para nós, e também costumamos manifestar aos outros nossa opinião, mesmo que ela seja subjetiva e determinada pela situação ou cedemos ás opiniões dos outros e nos endividamos.
Quando a mesma atende nossas expectativas do momento é rotulada como “boa”, quando não, é rotulada como “má”. Portanto, nossas exigências e expectativas são importantes quando julgamos a qualidade num determinado instante e numa determinada situação; desde que a opinião e a escolha; seja realmente nossa.
Mais adequadamente, deveríamos substituir o conceito de julgamento crítico, pelo conceito de executar determinada escolha, visando atingir nossos objetivos do momento – segundo nossas possibilidades.
O julgamento/aprendizado é um fato educativo.
Educação é o conjunto de hábitos adquiridos.
Educação traz conhecimento e sabedoria se acompanhada de raciocínio crítico.
Um dos mais importantes:
Cuidado com o CRÉDITO seja ele monetário ou espiritual.
Não caia no marketing das empresas religiosas que prometem uma casa no céu ou nos arredores (colônias espirituais). Avalie bem seus diretores e Cia Ltda.
Antes de se endividar de novo:
Questione: Posso renegociar a dívida anterior?
Já estou sendo executado?
Posso pagar pela nova proposta?
Conhecimento traz consigo responsabilidades...
Daí nós concluímos que: devemos julgar ou escolher com responsabilidade; sabendo se podemos e o quanto vai nos custar.
Mas, quem mandou escolher?
Quem disse que poderíamos pagar o preço?
Quem vai bancar nossa dívida? Pagar a prestação do céu próprio?
No momento atual, melhor o consumidor cósmico ficar atento – pois nenhuma das empresas que constroem e vendem moradas neste universo é confiável.
Em que empreiteira ou empresa religiosa podemos confiar na hora de investir na morada do além?
Agradeço as dicas (que vou checar) – pois, não acredito em nenhuma delas.
Dica: tem um amigo meu que está vendendo ou alugando uma morada a alguns quarteirões da casa da Madre Teresa...
Paz.
sexta-feira, 6 de maio de 2011
VIVA O FIM DO MUNDO! – ALELUIA!
O planeta virou um quintal, notícias voam, chegam e vão; desastres de todo tipo e para todo gosto são anunciados; uns atropelando os outros.
Bem que Jesus avisou a respeito dos falsos profetas que vieram acentuar o caos para disseminar o medo e nos dominar através dele.
Que o fim do atual mundo está em andamento é inegável.
Graças a Deus!
Mas, o mundo em questão não é o planeta.
Ele é um ser vivo do qual fazemos parte integrante, junto com tudo que é visível (plantas, animais, minerais) e tudo que ainda nos é invisível, quer queiramos, tenhamos compreendido ou não.
Gaia vai continuar lindona e azul nesta região periférica da galáxia; mais linda ainda após a faxina cósmica em andamento.
Os que estão chegando de outras plagas do universo e os que optaram em ficar aqui serão motivo de inveja cósmica; o planeta do futuro; menina dos olhos de Deus: DNA em constante aperfeiçoamento – as crianças da atualidade são a vitrine: belíssimas, inteligentes, mais definidas: eles sabem o que representam; e o que vieram fazer aqui.
Nem todas.
Muitas se atrelaram no passado em compromissos com os pouco competentes adultos de hoje e vão dar-se mal; sairão daqui muito cedo e sem cumprir com suas metas existenciais. Nada de catástrofe; apenas a saga continuará noutro palco.
O mundo que está no fim é a realidade draconiana virtual e desigual que inventamos.
O atual sistema de vida está ruindo; leis e regras visíveis ou invisíveis que servem apenas para atender o interesse de poucos, serão descumpridas; arcaicas estruturas de poder vão desabar; sistemas de crenças desatualizados e herméticos serão pulverizados. As sociedades do futuro não precisarão de governantes do estilo dos atuais.
As necessidades do Homem Novo mudaram; o mundo anterior não nos serve mais e chega ao fim.
Esse é o fim do mundo.
Daí a epidemia de depressão, pânico, angústia, choradeira, dores sem fim, cansaço crônico, doenças novas e antigas reativadas – quem não escapar dessa armadilha está fora da Nova Era.
A profética perspectiva do “fim do mundo” vai reinventar nosso mundo íntimo e coletivo.
Claro que para quem quiser; apenas para quem quiser.
Grandes acontecimentos denominados: desastres anteriores; já demonstraram nossa capacidade inventiva.
Recriamos tudo.
Afinal somos deuses ou não?
A necessidade é a mãe do invento - E o que é o mundo?
Somos deuses, inventamos e reinventamos nosso mundo desde que resolvemos assumir nossa condição de seres pensantes.
Seu velho mundo está desabando ou ainda está no velho bem bom?
Doenças que nos colocam de encontro á parede: ou muda ou morre; perdas financeiras; traições; sonhos do tipo quimera sendo desfeitos; sonhos de aposentadoria que contrariam a mínima ética cósmica de relação custo benefício; insônia; perda de memória...
Cada um de nós está vivendo seu próprio fim de mundo que se mistura ao coletivo: relações afetivas; família, sociedades, países inteiros, comunidades.
Apresse seu fim do mundo.
Faça uma cirurgia moral.
Decisões duras e radicais devem ser tomadas o quanto antes, sem temor de sofrer.
Melhor cortar o mal pela raiz sem prolongar o sofrimento em outros mundos.
Não se trata de fugir; mas de resolver.
Cuidado com o suicídio através das doenças, em especial, das auto-imunes.
Do progresso não há fuga.
O caminho parece árduo; mas não o tema.
A dificuldade em ser bom, honesto, e saudável é fácil de ser transposto.
Difícil é atravessar de vez o de ser mentiroso, covarde, doentio.
Vivemos um momento de perigosas guerras íntimas e coletivas?
Que nada, se espelhe na postura de Jesus quando esteve entre nós – Ele mesmo demonstrou essa radical postura cósmica - ainda que não seja um primor de elegância espiritual, “perder a cabeça, irritar-se e chutar o pau da barraca segundo as convenções humanas”; ás vezes é preciso; quando o interesse é maior.
Há momentos em que uma atitude desse tipo é a melhor saída para colocar um fim definitivo a absurdos, em andamento.
Como o próprio Jesus exemplificou ao se destemperar com os vendilhões do templo, hoje encastelados no poder; chefes das governanças visíveis e ocultas – e com muitas de suas outras falas – se Jesus tivesse se comportado como muitos querem vender e comprar sua imagem de docinho – não teria sido crucificado.
Nesta batalha final, deste ciclo, entre luz e sombras para reformar nossa forma de ver e sentir Jesus, é urgente.
Mesmo que seja difícil aceitar; nós estamos vivendo nosso fim de mundo; cada qual vai ter que ser virar com o seu.
Fiquemos espertos nosso fim de mundo está mais perto do que imaginamos. Basta aprender a ler os sinais.
Qual o roteiro que quero dar ao meu?
Boa viagem.
Até mais ver......
Namastê.
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