domingo, 18 de setembro de 2011

AMOR É DOAÇÃO?




Muita gente boa e religiosa vai dizer que sim; que a doação é a expressão máxima do sentimento do amor.
Errado.
Desde tempos a perder de vista fomos enganados consentidos.
Os criadores deste universo “pisaram na bola Divina” tanto que foi preciso chamar um Avatar mais qualificado: Jesus – para consertar alguns desvios da Criação deste universo e especialmente deste planeta e escola cósmica – Trabalho, em andamento.
Amor é empreendimento que exige o Divino Lucro – onde todos ganham.
Se tu dás o que não te faz falta; apenas estás te livrando de um peso morto: pura negociata religiosa de consciência.
Quem disse isso, não fui eu – mas o próprio ET Jesus (segundo os Evangelhos).
Um mínimo de raciocínio crítico seria suficiente para concluir que:

Doar-se em prol da satisfação do outro o tempo todo é algo além das nossas passadas e presentes, possibilidades.
Um mal; um ato de egoísmo preguiçoso, indolente – vale relembrar aqui e pegar carona no raciocínio da Parábola dos Talentos.

Quem ousa fazer isso: Doar-se; sem estar no adequado patamar de evolução; perde a auto-estima; anula-se e colabora para que a outra parte torne-se acomodada e cada vez mais egoísta – atrasando a si mesmo e a todos.

Amor, não é doação; nem esmola é negócio:

Bussines Cósmico - Divino.

Mas, para variar e experenciar uma nova vivência:
Ouse dar algo que realmente é essencial para tu mesmo.
Não faça doação; mas sim; entrega-te a criar recursos para tu mesmo e mostra aos outros como se faz.
NÃO DOE MAIS NADA – COMPARTILHE TUDO.

Namastê.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

A DIETA E A DOR




Não há um ser humano igual ao outro; podemos ser parecidos; mas, nunca iguais.
Sendo diferentes; a cada organismo deve ser oferecido o alimento que lhe é adequado.
Se os pais estudassem os filhos a qualidade de vida no mundo seria outra – dentre as tarefas da família: uma muito importante é a individualização da dieta da criança em concordância com suas tendências e personalidade.
Trabalho que deve ser feito com bom humor e alegria.
Mas, como isso não faz parte do DNA cultural da puericultura; sempre é possível mudar ao longo da existência.

Ao adulto sempre é possível individualizar a dieta em qualquer época:

De certa forma, quer queiram, quer não, parte das pessoas acaba individualizando a dieta ao longo da vida, dia menos dia.

Quase sempre do jeito mais difícil e sofrido, sob pressão da doença ou do sofrer (uma ajuda do tipo: ou muda ou sofre; até morre).
O estímulo mais forte para reciclar hábitos ainda é fugir da enxaqueca, gastrite, úlceras de estômago ou do duodeno, colites, pedras ou inflamações da vesícula, dos problemas de fígado, dos cálculos renais, crises de urticária, rinites, sinusites, etc.

Mais adequado e inteligente é mudar por opção, segundo o ritmo e a forma que o indivíduo venha a escolher.
Pois, a mudança forçada traz consigo uma carga de revolta e de não aceitação que pode ser evitada, apenas com um pouco mais de observação dos recados que o corpo transmite.

Para quem se dispuser a ouvir, o corpo fala.

A expressão corporal se manifesta mediante sensações que são devolvidas à mente como efeitos de escolhas conscientes, ou não.
A teimosia em ignorar o corpo faz com que muitas vezes ele tente gritar, berrar, espernear, através de uma inflamação, uma dor ou febre e recebe um “cala a boca”, “fica quieto”, que pode se chamar de analgésico, antinflamatório, antibiótico, cirurgia, quimioterapia, radioterapia, etc.

Exemplo: antes que um diabetes se instale o compulsivo por doces recebe milhares de aviso do corpo:
Olha; eu aqui; o diabetes!
Cuidado!
Aguarde-me...

Todos os avisos costumam ser ignorados e com uma grande ajuda da ilusão do recurso mágico; que a ciência médica tenta vender para as pessoas na forma daquele remédio que pode curar o que teimosamente estragamos: nossa saúde.

Não sei como ainda não instituímos, nesta sociedade hipócrita, (nada haver com o coitado do Hipócrates: O dia internacional da doença – afinal ela dá um lucro danado e ainda nos ajuda na evolução mais do que todas as ciências da cura – juntas.

Comecemos um Movimento pela instituição do DIA INTERNACIONAL DA DOENÇA.

Namastê.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

OBSESSORES OU MENTORES TEMPORÁRIOS?




Amor, amigo ou verdugo?

Nós escolhemos nossa forma de viver e com quem compartilhamos nossa evolução em cada etapa e em cada momento.
Desde o princípio: nossas companhias são a nossa cara.

Vivemos em faixas de freqüência vibracional determinadas por cada um de nós; que são resultantes do conjunto das escolhas de pensar, sentir e agir; pois cada “pacote energético” de pensamento, sentimento e atitude têm sua freqüência específica.
Isso significa que escolhemos nossas companhias em 3D e principalmente em 4D onde esse processo é mais vibrante e ativo.

Cada faixa de padrão vibratório é como se fosse um mundo paralelo. Somos movidos a estímulos externos; daí; instáveis; o que significa que num mesmo dia podemos transitar por várias faixas – embora “habitemos” uma determinada, a maior parte do tempo.
Num momento de oração, reflexão e de equilíbrio estamos num mundo mais elevado; em seguida num instante de raiva, ira ou ódio; nós estamos em outra faixa mais densa e menos elevada.
Nossa morada de padrão vibratório mais parece um pau de sebo – quando imaginamos estar quase no topo; descuidamos e voltamos lá prá baixo.

Interagimos com os seres que transitam em cada uma delas – aos que habitam as faixas mais elevadas damos o nome de mentores – aos outros chamamos de obsessores.
Um item importante para nossa qualidade de vida: os que transitam nos mundos paralelos de freqüência mais elevada respeitam nosso livre arbítrio e desejam nossa evolução; já quanto aos outros...

Todo cuidado é pouco ao nos referirmos aos nossos colegas como mentores ou obsessores.

A coisa é mais ou menos do tipo:
“Me chama que eu vou”!

Namastê.

A VERDADE A RESPEITO DAS PREOCUPAÇÕES




Ás vezes, eu me questiono se merecemos habitar um planetinha tão ajeitado e da hora como a Terra. Provavelmente a maioria de nós: não. Como pouco nós arrumamos de útil para fazer adoramos matar o tempo com as tais das pré-ocupações, sempre negativistas para nos levar ao céu dos sofredores. Pré-ocupação nestas bandas confere status de pessoa responsável e outras baboseiras culturais.
Mas, é fácil colocar a tal da preocupação no seu devido lugar:

Preocupação é a sensação de ansiedade mais medo, misturadas á certeza de que nossas expectativas e desejos não são merecedores da realização; por falta de empenho, de lógica, de merecimento, de legalidade.

Preocupação é passatempo de quem não arrumou o que fazer.

Namastê.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

A AGONIA DA TERRA




Cá entre nós; cada um já está vivendo seu final dos tempos e Armagedom; tanto no pessoal quanto em grupo; pois somos adeptos da criancice no uso da liberdade.

Escolha minha, problema meu!
Escolha sua problema seu!

Como se pudéssemos nos isolar no nosso mundo: Eu sou mais eu! Tão bem representado pelas células cancerosas – nossa cara cósmica.
Quando nos interessa, em determinados momentos, nós costumamos levar a responsabilidade relativa ás escolhas ao pé da letra, de forma egoísta e até simplória.

Estamos chegando perto dos 7 bilhões de exterminadores do futuro do planeta em 3D – a questão: Até que ponto Gaia vai suportar essa turma? – Será preciso que haja morte em massa?

Nosso assunto é discutir essa questão, dentro do contexto da interatividade planetária; pois gostemos, queiramos ou não, o problema de um torna-se relativamente o problema de todos, inexoravelmente. O momento é de revisar o hipócrita e interesseiro conceito de sustentabilidade ou desenvolvimento sustentável.

Provavelmente os primeiros a serem descartados serão os da turma da mornitude; a cambada do nada a ver; vida diet, light, etc. – Os que não querem escolher de forma clara; para não se comprometer. Para o bem de todos; alguém precisa avisá-los que:
Não há como deixar de escolher, pois a partir do instante em que passamos a pensar de forma contínua é impossível parar de fazê-las. Mesmo que não pareça; pensamos vinte e quatro horas todos os dias, até dormindo; em conseqüência disso, optamos o tempo todo, mesmo durante o sono.

Até a atitude de não escolher é uma opção: a de não escolher.

Ao nos negarmos o direito e o dever de optar; deixamos o caminho livre para que outros o façam por nós e, nos entregamos passivamente ás conseqüências – em todos os sentidos possíveis da vida: pessoal, familiar, política, etc. Essa atitude é típica do eleitor brasileiro que adora privilégios ao invés de exercer direitos.
Pior é quando impomos aos outros ou os deixamos acuados e sem opção; estamos assumindo compromissos penosos para o futuro; mesmo que eles um dia nos perdoem.

Discernir é a arte de escolher com raciocínio, antevendo os possíveis efeitos das opções.

Como todas as outras, essa arte, apenas se desenvolve com a prática. Quem não usa o livre arbítrio de fio a pavio nunca será capaz de desenvolver a capacidade de discernir; nem sabedoria; mesmo saturado de conhecimento e teorias.

Caros amigos; é disso que devemos falar em todos os lugares
De liberdade e de escolhas.
E, suas conseqüências nas nossas vidas e na dos outros.

Será que a Terra vai suportar essa geração antiga que volta em massa durante muito tempo?
Talvez algumas partes do planeta estejam necessitando ir para o fundo dos novos oceanos; descansar durante alguns milênios.

Fica a pergunta:
Qual foi e está sendo minha participação na agonia da Terra?
Mereço continuar aqui?
Quero?
Devo ser despejado como lixo cósmico reciclável (claro) em algum depósito universal?

Sou um “consumidor” dos recursos do planeta?
Escondido atrás dos rótulos de sustentabilidade?

A agonia da Terra é a nossa própria agonia autosustentável.

Namastê.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

MELINDRES & SENSIBILIDADES


Quando começamos a nos achar: centro das atenções no palco da vida; indispensáveis; importantes demais; nós entramos na área de risco de contrairmos uma grave inflamação do ego: a melindrite que nos torna sensíveis a desempenhar um papel coadjuvante nos acontecimentos em que estamos inseridos – ou o papel principal ou nada é o que brada nosso orgulho ferido.

Contratos desfeitos; amizades terminadas; amores arranhados; tarefas de vida largadas pela metade; apenas pelo fato de não seremos reconhecidos na nossa importância; eis os alguns dos efeitos colaterais do melindre.
Embora negue; o melindroso costuma desejar “confete” o tempo todo – oculta a necessidade doentia de elogios e paparicos na máscara da humildade.

Quando se sente deixado de lado: sua vingança é a fuga e não o enfrentamento; o desdém é uma de suas posturas favoritas.
De forma doentia imagina que os outros vão sentir sua falta; em virtude da sua importância e capacidade; e vão implorar pela sua ajuda, participação ou companhia.
Na conversa com seus botões o papo interno é que as pessoas são invejosas e querem ofuscar sua importância. Elas não merecem nossa presença porque não sabem reconhecer seus méritos.

A pessoa melindrosa e sensível esconde seu caráter birrento e principalmente sua falta de coragem; atrás do biombo da frieza e da polidez; não tem coragem de enfrentar os fatos nem de se colocar com clareza nas situações; apenas debanda.

O melindroso e sensível curte muito a posição de vítima, estilo: Vocês não enxergam a injustiça que estão fazendo comigo?

O desconhecimento de nós mesmos, de nosso potencial ou da falta dele é a matriz desse distúrbio. Nossa tendência para o melindre pode ser nata ou aprendida através da educação.

O ser sensível e melindroso sofre do sentimento de menos valia; costuma ser perfeccionista; ás vezes tímido.
Do melindre á mágoa é um passo; esses sentimentos ás vezes se confundem; embora seja diferentes. Daí, o ser melindroso pode construir com relativa facilidade um câncer; caso experimente muitas situações seguidas de inflamações do ego ou melindrite.
Outro perigo: com mais facilidade do que os outros desenvolvem depressão no sentido psiquiátrico.

É uma das matrizes da impotência masculina e da frigidez feminina – no lado feminino desanda mais para a vertente da sensibilidade extremada. Assunto interessante para estudarmos em nós mesmos. Pessoas que se melindram com facilidade ou são sensíveis demais tem uma vida sexual problemática.

O autodiagnóstico é básico para mudar alguma coisa; pois o ser melindroso não suporta que lhe digam isso assim na lata. Ele se acha tão superior que não aceita ser questionado nem dessa nem de outra forma.

O remédio para esse mal e tantos outros é a busca sistemática do conhecimento de nós mesmos; para que possamos descer dos pedestais onde costumamos nos colocar.

A reforma é lenta; pois muitas vezes encurralados pelas nossas próprias observações; mentimos usando da falsa modéstia.

Uma forma de diagnosticar é a perda do entusiasmo naquilo que estávamos engajados.

Tópico interessante para estudarmos no dia a dia.

Namastê.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

QUE BOM FOSSE SÓ EU




Temos um desejo secreto - inconfessável: sermos filho único de Deus.

Um fator de complicação na vida humana é a interatividade – secretamente gostaríamos que o Pai não tivesse formado uma família tão grande. Na nossa cabecinha “rola a seguinte e velada crítica: irmãos mais velhos cuidando dos mais novos: ninguém merece.

Além disso; embora amoroso ao extremo o Pai, é severo:
Cada escolha nossa interfere na vida de todos; e às vezes, na de alguns, de forma intensa e profunda.
Como nas regras da Casa do Pai não se deixa nada barato; nada fica de graça; todo estrago terá que ser reparado; nós temos mais um problema a resolver além de cuidar de nossos irmãos: a constituição das nossas famílias.

Observe o leitor que a maioria dos casais que conhece se daria melhor vivendo com outra pessoa; tantos são os conflitos e os desencontros na forma de agir e de reagir entre eles.
Quem já não pensou ou ouviu: - Conheci tanta gente com quem tinha tantas afinidades e terminei com essa pessoa...
Mesmo entre o resto da família, muitos filhos adorariam ter outros pais e irmãos, etc.

Nosso sonho de consumo cósmico que alguns chamam de egoísmo:

Já pensou que mordomia: Eu, o filho único de Deus.

Namastê.