Quando queremos dizer em tom de chacota que determinada pessoa está defasada de sua época; nós falamos que ela parou no tempo ou de forma mal educada dizemos que é uma múmia.
De forma inconsciente os ditados e as colocações populares sempre carregam consigo verdades cuja intensidade e alcance fogem á nossa compreensão em determinadas fases ou momentos.
É possível parar no tempo?
Sim.
Podes estacionar no tempo; mas o tempo não estaciona á tua espera.
Ontem nosso grupo de trabalho espiritual atuou no atendimento a pacientes numa das alas de um Hospital do astral onde há milhares de macas como que suspensas no ar, dispostas em prateleiras; parecendo aqueles filmes de ficção científica futurista.
Sintetizando: nos foi dito que aquelas pessoas eram “vidas em suspensão” esperando o momento de serem despertas, trazidas de volta á realidade. Colocaram-se nesse estado devido a se deixarem aprisionar em sistemas de crenças estáticos; além de idéias fixas.
Um dos casos que nos é permitido relatar – manifestou-se uma pessoa de inteligência aguçada, questionadora, desconfiada; á primeira impressão parecia um agente das sombras – mas, estava apenas confusa. Resumindo: ele foi um cientista (físico) daqueles mentalistas que só acreditavam no poder da criação mental e da ciência; desencarnou após ser atropelado por uma carruagem numa fria e noite no dia 27/05/1867 em Londres – essa foi a data em que ele achou estar vivendo ao acordar desse longo transe. Foi explicado a nós que sua crença: com a morte tudo findava; o manteve tanto tempo nesse estado de hibernação ou suspensão. Boa parte dos que estão naquela enfermaria são vítimas de crenças religiosas; e estão á espera do juízo final.
No decorrer da conversa lembrei-me de um filme antigo; uma comédia: O DORMINHOCO.
Esse caso pode ilustrar além de vários enfoques, o perigo de nossas crenças não recicladas; não atualizadas á luz de novas informações e conhecimentos. Ninguém é protegido pelas suas crenças. Pessoa alguma está acima da Verdade, Realidade ou Lei.
A vida nos mostra até de forma engraçada como devemos nos portar – exemplo: não apenas os carros da atualidade devem ser flex – mas, principalmente os motoristas. A flexibilidade é condição essencial para não ficarmos com nosso Projeto de Vida em suspensão.
Todo cuidado é pouco.
Você pode parar no tempo; mas o tempo não fica parado á sua espera.
Vamos pegar carona no estudo deste caso para tentar entender um pouco mais a respeito do que seja o tempo.
O tempo real não se mede nem no calendário nem no relógio. Estamos habituados a perceber a vida apenas segundo a visão linear; quando o tempo real é a experiência em andamento.
Imaginemos o tempo perdido pelo nosso amigo no desperdício da possibilidade de uma ou até mais reencarnações possíveis nesse espaço de tempo; caso o seu sistema de crenças estivesse atualizado – perdeu tempo; ou seja; não realizou experiências possíveis.
O tempo como o sentimos fluir é objetivo e subjetivo de forma simultânea.
Em 1905, Albert Einstein publicou a sua Teoria Especial da Relatividade que nos mostra que tempo e espaço constituem uma unidade e que nunca podemos falar de um sem falar do outro. Por exemplo, dois observadores podem ordenar uma série de acontecimentos de forma diferente caso se movam em velocidades diferentes com relação ao evento. Podem até perceber o mesmo evento de forma invertida: o que para um é passado para o outro é futuro. Imaginemos que nosso amigo se encontre com alguém que viveu uma experiência na vida física enquanto a sua estava em suspensão – o que para ele eqüivale a futuro para o outro já é passado.
Trazendo para o nosso cotidiano.
Se esses e outros conceitos fossem aplicados de forma sistemática no dia a dia; compreenderíamos de forma coerente a sucessão dos eventos a que estamos submetidos evitando sofrer, doenças e problemas mais graves.
Será que somos capazes de retardar ou acelerar a passagem do tempo com nosso pensar, sentir, agir?
O lado subjetivo do tempo faz com que o mesmo observador o perceba passar de forma diferenciada em diferentes situações a que possa estar submetido. No caso, o conceito de perceber a passagem do tempo depende de como ele ordenou a seqüência dos eventos. Exemplo: quando estamos na cidade grande o espaço de tempo linear de um dia necessitaria de pelo menos trinta horas ao invés de 24, para que as expectativas e os prazos estabelecidos fossem cumpridos. E, a mesma pessoa isolada numa fazenda num local ermo após alguns dias lá, morreria de tédio; pois cada um demoraria uma semana para passar. A diferença nesse caso é a quantidade das expectativas e de prazos num e noutro lugar, e também do número de eventos ou experiências a serem ordenadas.
Não somos capazes de isolar nosso estado emocional e afetivo da condição de observador de um evento “espaço-tempo”. Situações de euforia e de alegria levam o observador a sentir a passagem do tempo de forma rápida, vapt-vupt. Já as situações opostas tornam o mesmo evento muito lento, uma eternidade. Um exemplo típico do cotidiano: para quem não gosta muito do que faz, a semana de Segunda a Quinta leva um mês para passar, já da Sexta á tarde até o Domingo parece que o tempo voa, acaba em minutos...
Nas últimas décadas a tecnologia de comunicações inventa a cada dia novos artefatos que trazem aos ouvintes, espectadores e Internautas, eventos com uma relação de incrível disparidade na relação espaço - tempo. Situações que ocorrem no outro lado do planeta chegam ao observador quase que em tempo linear real, e de certa forma não nos preparamos para isso.
A reflexão do dia:
Podes parar no tempo; mas o tempo não fica parado á tua espera.
Estamos realmente vivendo as experiências em andamento?
Paz e Luz.
quinta-feira, 26 de maio de 2011
sexta-feira, 20 de maio de 2011
MORADA CELESTE - QUEM DEVE JULGAR O PADRÃO DE QUALIDADE?
Nesta dimensão da vida, céu ou inferno são estados temporários e portáteis.
Idealizamos, construímos e carregamos conosco nossos sonhos – ou os dos outros?
Um céu pessoal junto com o de outros cria um condomínio celeste. Um inferno pessoal agregado a outros cria uma favela cósmica situada no umbral da vida.
Vende-se apartamento na Colônia Nosso Lar – 3 dormitórios, sala de meditação, banheira e ampla vista para o cosmos, etc.
Aluga-se “ktinete” no umbral light, fácil acesso; sem fiador...
Lançamento:
Aproveitem.
Condomínio dos professores: entrada facilitada, a “s”em metros do céu e com vista para o parque dos políticos sinceros...
Para os compradores da qualidade da moradia cósmica o marketing vive á caça de consumidores da própria dignidade de ser pensante.
Quem sou eu - e para onde vou?
A avaliação de qualidade implica em julgamento ou em escolha, e é da lei da evolução que devemos escolher sempre, todos devemos e julgamos ou escolhemos o tempo todo.
Mas, quanto posso pagar?
Em cada momento tudo com o que interagimos tem um padrão de qualidade, momentânea, para nós, e também costumamos manifestar aos outros nossa opinião, mesmo que ela seja subjetiva e determinada pela situação ou cedemos ás opiniões dos outros e nos endividamos.
Quando a mesma atende nossas expectativas do momento é rotulada como “boa”, quando não, é rotulada como “má”. Portanto, nossas exigências e expectativas são importantes quando julgamos a qualidade num determinado instante e numa determinada situação; desde que a opinião e a escolha; seja realmente nossa.
Mais adequadamente, deveríamos substituir o conceito de julgamento crítico, pelo conceito de executar determinada escolha, visando atingir nossos objetivos do momento – segundo nossas possibilidades.
O julgamento/aprendizado é um fato educativo.
Educação é o conjunto de hábitos adquiridos.
Educação traz conhecimento e sabedoria se acompanhada de raciocínio crítico.
Um dos mais importantes:
Cuidado com o CRÉDITO seja ele monetário ou espiritual.
Não caia no marketing das empresas religiosas que prometem uma casa no céu ou nos arredores (colônias espirituais). Avalie bem seus diretores e Cia Ltda.
Antes de se endividar de novo:
Questione: Posso renegociar a dívida anterior?
Já estou sendo executado?
Posso pagar pela nova proposta?
Conhecimento traz consigo responsabilidades...
Daí nós concluímos que: devemos julgar ou escolher com responsabilidade; sabendo se podemos e o quanto vai nos custar.
Mas, quem mandou escolher?
Quem disse que poderíamos pagar o preço?
Quem vai bancar nossa dívida? Pagar a prestação do céu próprio?
No momento atual, melhor o consumidor cósmico ficar atento – pois nenhuma das empresas que constroem e vendem moradas neste universo é confiável.
Em que empreiteira ou empresa religiosa podemos confiar na hora de investir na morada do além?
Agradeço as dicas (que vou checar) – pois, não acredito em nenhuma delas.
Dica: tem um amigo meu que está vendendo ou alugando uma morada a alguns quarteirões da casa da Madre Teresa...
Paz.
sexta-feira, 6 de maio de 2011
VIVA O FIM DO MUNDO! – ALELUIA!
O planeta virou um quintal, notícias voam, chegam e vão; desastres de todo tipo e para todo gosto são anunciados; uns atropelando os outros.
Bem que Jesus avisou a respeito dos falsos profetas que vieram acentuar o caos para disseminar o medo e nos dominar através dele.
Que o fim do atual mundo está em andamento é inegável.
Graças a Deus!
Mas, o mundo em questão não é o planeta.
Ele é um ser vivo do qual fazemos parte integrante, junto com tudo que é visível (plantas, animais, minerais) e tudo que ainda nos é invisível, quer queiramos, tenhamos compreendido ou não.
Gaia vai continuar lindona e azul nesta região periférica da galáxia; mais linda ainda após a faxina cósmica em andamento.
Os que estão chegando de outras plagas do universo e os que optaram em ficar aqui serão motivo de inveja cósmica; o planeta do futuro; menina dos olhos de Deus: DNA em constante aperfeiçoamento – as crianças da atualidade são a vitrine: belíssimas, inteligentes, mais definidas: eles sabem o que representam; e o que vieram fazer aqui.
Nem todas.
Muitas se atrelaram no passado em compromissos com os pouco competentes adultos de hoje e vão dar-se mal; sairão daqui muito cedo e sem cumprir com suas metas existenciais. Nada de catástrofe; apenas a saga continuará noutro palco.
O mundo que está no fim é a realidade draconiana virtual e desigual que inventamos.
O atual sistema de vida está ruindo; leis e regras visíveis ou invisíveis que servem apenas para atender o interesse de poucos, serão descumpridas; arcaicas estruturas de poder vão desabar; sistemas de crenças desatualizados e herméticos serão pulverizados. As sociedades do futuro não precisarão de governantes do estilo dos atuais.
As necessidades do Homem Novo mudaram; o mundo anterior não nos serve mais e chega ao fim.
Esse é o fim do mundo.
Daí a epidemia de depressão, pânico, angústia, choradeira, dores sem fim, cansaço crônico, doenças novas e antigas reativadas – quem não escapar dessa armadilha está fora da Nova Era.
A profética perspectiva do “fim do mundo” vai reinventar nosso mundo íntimo e coletivo.
Claro que para quem quiser; apenas para quem quiser.
Grandes acontecimentos denominados: desastres anteriores; já demonstraram nossa capacidade inventiva.
Recriamos tudo.
Afinal somos deuses ou não?
A necessidade é a mãe do invento - E o que é o mundo?
Somos deuses, inventamos e reinventamos nosso mundo desde que resolvemos assumir nossa condição de seres pensantes.
Seu velho mundo está desabando ou ainda está no velho bem bom?
Doenças que nos colocam de encontro á parede: ou muda ou morre; perdas financeiras; traições; sonhos do tipo quimera sendo desfeitos; sonhos de aposentadoria que contrariam a mínima ética cósmica de relação custo benefício; insônia; perda de memória...
Cada um de nós está vivendo seu próprio fim de mundo que se mistura ao coletivo: relações afetivas; família, sociedades, países inteiros, comunidades.
Apresse seu fim do mundo.
Faça uma cirurgia moral.
Decisões duras e radicais devem ser tomadas o quanto antes, sem temor de sofrer.
Melhor cortar o mal pela raiz sem prolongar o sofrimento em outros mundos.
Não se trata de fugir; mas de resolver.
Cuidado com o suicídio através das doenças, em especial, das auto-imunes.
Do progresso não há fuga.
O caminho parece árduo; mas não o tema.
A dificuldade em ser bom, honesto, e saudável é fácil de ser transposto.
Difícil é atravessar de vez o de ser mentiroso, covarde, doentio.
Vivemos um momento de perigosas guerras íntimas e coletivas?
Que nada, se espelhe na postura de Jesus quando esteve entre nós – Ele mesmo demonstrou essa radical postura cósmica - ainda que não seja um primor de elegância espiritual, “perder a cabeça, irritar-se e chutar o pau da barraca segundo as convenções humanas”; ás vezes é preciso; quando o interesse é maior.
Há momentos em que uma atitude desse tipo é a melhor saída para colocar um fim definitivo a absurdos, em andamento.
Como o próprio Jesus exemplificou ao se destemperar com os vendilhões do templo, hoje encastelados no poder; chefes das governanças visíveis e ocultas – e com muitas de suas outras falas – se Jesus tivesse se comportado como muitos querem vender e comprar sua imagem de docinho – não teria sido crucificado.
Nesta batalha final, deste ciclo, entre luz e sombras para reformar nossa forma de ver e sentir Jesus, é urgente.
Mesmo que seja difícil aceitar; nós estamos vivendo nosso fim de mundo; cada qual vai ter que ser virar com o seu.
Fiquemos espertos nosso fim de mundo está mais perto do que imaginamos. Basta aprender a ler os sinais.
Qual o roteiro que quero dar ao meu?
Boa viagem.
Até mais ver......
Namastê.
sábado, 30 de abril de 2011
PADRONIZAÇÃO - O PERIGOSO CAMINHO DO MEIO
“Conheço as tuas obras, quem nem es frio e nem quente. Quem dera fosses frio ou quente! Assim, porque és morno; e não és frio e nem quente; vomitar-te-ei da minha boca." Apoc.3:14-16
No caminho da evolução o seu é o seu; o meu é o meu. Podemos até estar indo na mesma suposta direção. Para o nosso bem é melhor como companheiros de jornada deixar claro: não dê palpites no meu que eu não dou no seu. Se precisar de ajuda conte comigo; mas, deixo claro desde já que meus conhecimentos a respeito não dão nem para o gasto.
Desde um tempo a perder de vista; nós somos fãs de crenças e condutas padronizadas; apenas com o interesse de não assumir responsabilidades.
Tentar encaixar as pessoas em padrões é uma forma de domínio; quando estamos fora dos deles somos rotulados de anormais ou até de doentios. De forma instintiva; muitas pessoas se rebelam contra padrões e sistemas; embora nem sempre o façam de forma inteligente e construtiva. Além da perda da identidade pessoal ao tentarmos sempre nos enquadrar em paradigmas pré – estabelecidos corremos o risco de adoecer ou de cometer desatinos existenciais e evolutivos; e não apenas as crianças são vítimas da pressão de grupo que acompanha esses parâmetros humanos, os adultos infantilizados também se tornam escravos de modismos; muitos deles como o fumar, beber, usar drogas, tomar remédios de uso contínuo, consumir coisas diet, light, beber com moderação, adotar atitudes politicamente corretas - essas posturas não apenas tornam-se danosas á saúde, mas cada vez tornam-se mais mortais – e pior excludentes; pois na tentativa de permanecermos no sistema do caminho do meio sem dominar os extremos; todos os limites de adaptação possíveis foram extrapolados.
Cuidado com a armadilha cósmica:
Fazer o que todo mundo faz.
A mornitude ou normose é uma escolha perigosa demais; e que vai levar a maioria de nós de volta a berçários cósmicos.
O que a maioria pratica assume ares de um padrão de normalidade santificada; mesmo que seja algo absurdo, o que todo mundo faz justifica-se a si mesmo; e até serve como desculpa para tapar o sol com a peneira frente ás leis da evolução, o bom senso, a justiça.
Num curto prazo, isso não parece tão importante, mas em se tratando de evolução humana nos colocamos cada vez mais em situação de exclusão, pois as leis da vida não dependem de pressão de grupo, sistemas de crenças, elas simplesmente existem para que as cumpramos.
Nós os mornos, corremos sério risco de transferência planetária. Em especial as crianças contumazes religiosas que querem ver Jesus como um anestésico afetivo.
Ele pegou pesado nessa nossa condição de pré-adolescentes cósmicos que não se decidem a superar a fase infantil - quem quiser entender que entenda.
Muitos de nós ainda temos condição de escapar dessa armadilha; basta ler e estudar o que Jesus disse a respeito do que espera os “mornos” (nem quentes nem frios, nem bons nem maus) neste atual final dos tempos. Apocalipse 3:14.
Ao afirmar que seremos “vomitados”, excluídos ou expulsos da Nova Terra; Ele se referia também á nossa falta de honestidade íntima.
A pobreza de consciência do que pensamos, sentimos e fazemos nos torna pessoas mentirosas para nós mesmas e desonestas. Repetimos incansavelmente determinadas mentiras: “queria tanto, mas não consigo...”, quando não é mais possível camuflar interesses primários ocultos ou conflitos íntimos e de relações usamos esse mentiroso chavão. Deixar de fumar, por exemplo; se assumo que gosto de fumar e tenho consciência dos riscos que corro, dei o primeiro passo para largar o vício; se uso os mentirosos artifícios de moderação, baixos teores, marcas light vou encurralar-me á frente na aflitiva e deprimente situação: ou larga ou morre.
Não assumimos nossas doenças e sofrimentos; e creditamos tudo ao destino, sorte, azar e corremos em busca de soluções mágicas.
Para resolver qualquer problema humano assumir é o primeiro passo, depois é preciso reflexão e metas adequadas, esforço, tempo, e persistência.
É urgente detonar com as meias verdades.
Apenas para satisfazer aos nossos desejos imediatos de sensações, somos desonestos ao interpretar conceitos como equilíbrio, comedimento, moderação. Inventamos brincadeiras infantis ao crermos em coisas diet, ligth, beba com moderação, baixos teores e outras aberrações da ciência do consumo preconizada pelo governo oculto.
Somente o juízo crítico vai nos colocar na condição se sermos honestos: sim, sim; não, não. Ou é ou não é
O conhecimento é relativo e distribuído em toda parte, portanto, as verdades humanas são sempre meias verdades; às vezes, relativamente, honestas e sábias; noutras oportunidades são mentirosas e aproveitadoras.
Em tempos de informação rápida para consumo, a necessidade de filtrar as informações é urgente e vital para a saúde física, mental e para a continuidade do aprendizado aqui em Gaia.
Recomendo a leitura da fala de Jesus a respeito do que já está ocorrendo aos mornos.
Passou da hora de descer do muro.
Muita gente boa já está chorando á toa e rangendo os dentes dormindo...
Namastê.
No caminho da evolução o seu é o seu; o meu é o meu. Podemos até estar indo na mesma suposta direção. Para o nosso bem é melhor como companheiros de jornada deixar claro: não dê palpites no meu que eu não dou no seu. Se precisar de ajuda conte comigo; mas, deixo claro desde já que meus conhecimentos a respeito não dão nem para o gasto.
Desde um tempo a perder de vista; nós somos fãs de crenças e condutas padronizadas; apenas com o interesse de não assumir responsabilidades.
Tentar encaixar as pessoas em padrões é uma forma de domínio; quando estamos fora dos deles somos rotulados de anormais ou até de doentios. De forma instintiva; muitas pessoas se rebelam contra padrões e sistemas; embora nem sempre o façam de forma inteligente e construtiva. Além da perda da identidade pessoal ao tentarmos sempre nos enquadrar em paradigmas pré – estabelecidos corremos o risco de adoecer ou de cometer desatinos existenciais e evolutivos; e não apenas as crianças são vítimas da pressão de grupo que acompanha esses parâmetros humanos, os adultos infantilizados também se tornam escravos de modismos; muitos deles como o fumar, beber, usar drogas, tomar remédios de uso contínuo, consumir coisas diet, light, beber com moderação, adotar atitudes politicamente corretas - essas posturas não apenas tornam-se danosas á saúde, mas cada vez tornam-se mais mortais – e pior excludentes; pois na tentativa de permanecermos no sistema do caminho do meio sem dominar os extremos; todos os limites de adaptação possíveis foram extrapolados.
Cuidado com a armadilha cósmica:
Fazer o que todo mundo faz.
A mornitude ou normose é uma escolha perigosa demais; e que vai levar a maioria de nós de volta a berçários cósmicos.
O que a maioria pratica assume ares de um padrão de normalidade santificada; mesmo que seja algo absurdo, o que todo mundo faz justifica-se a si mesmo; e até serve como desculpa para tapar o sol com a peneira frente ás leis da evolução, o bom senso, a justiça.
Num curto prazo, isso não parece tão importante, mas em se tratando de evolução humana nos colocamos cada vez mais em situação de exclusão, pois as leis da vida não dependem de pressão de grupo, sistemas de crenças, elas simplesmente existem para que as cumpramos.
Nós os mornos, corremos sério risco de transferência planetária. Em especial as crianças contumazes religiosas que querem ver Jesus como um anestésico afetivo.
Ele pegou pesado nessa nossa condição de pré-adolescentes cósmicos que não se decidem a superar a fase infantil - quem quiser entender que entenda.
Muitos de nós ainda temos condição de escapar dessa armadilha; basta ler e estudar o que Jesus disse a respeito do que espera os “mornos” (nem quentes nem frios, nem bons nem maus) neste atual final dos tempos. Apocalipse 3:14.
Ao afirmar que seremos “vomitados”, excluídos ou expulsos da Nova Terra; Ele se referia também á nossa falta de honestidade íntima.
A pobreza de consciência do que pensamos, sentimos e fazemos nos torna pessoas mentirosas para nós mesmas e desonestas. Repetimos incansavelmente determinadas mentiras: “queria tanto, mas não consigo...”, quando não é mais possível camuflar interesses primários ocultos ou conflitos íntimos e de relações usamos esse mentiroso chavão. Deixar de fumar, por exemplo; se assumo que gosto de fumar e tenho consciência dos riscos que corro, dei o primeiro passo para largar o vício; se uso os mentirosos artifícios de moderação, baixos teores, marcas light vou encurralar-me á frente na aflitiva e deprimente situação: ou larga ou morre.
Não assumimos nossas doenças e sofrimentos; e creditamos tudo ao destino, sorte, azar e corremos em busca de soluções mágicas.
Para resolver qualquer problema humano assumir é o primeiro passo, depois é preciso reflexão e metas adequadas, esforço, tempo, e persistência.
É urgente detonar com as meias verdades.
Apenas para satisfazer aos nossos desejos imediatos de sensações, somos desonestos ao interpretar conceitos como equilíbrio, comedimento, moderação. Inventamos brincadeiras infantis ao crermos em coisas diet, ligth, beba com moderação, baixos teores e outras aberrações da ciência do consumo preconizada pelo governo oculto.
Somente o juízo crítico vai nos colocar na condição se sermos honestos: sim, sim; não, não. Ou é ou não é
O conhecimento é relativo e distribuído em toda parte, portanto, as verdades humanas são sempre meias verdades; às vezes, relativamente, honestas e sábias; noutras oportunidades são mentirosas e aproveitadoras.
Em tempos de informação rápida para consumo, a necessidade de filtrar as informações é urgente e vital para a saúde física, mental e para a continuidade do aprendizado aqui em Gaia.
Recomendo a leitura da fala de Jesus a respeito do que já está ocorrendo aos mornos.
Passou da hora de descer do muro.
Muita gente boa já está chorando á toa e rangendo os dentes dormindo...
Namastê.
quarta-feira, 20 de abril de 2011
“POR FORA BELA VIOLA”...
Vivendo e aprendendo, sempre.
Ontem no trabalho de bate papo com a turma do além, um dos “amigos espirituais” que tem nos visitado nas tarefas da Casa Espírita nos proporcionou uma interessante reflexão; mesmo sem querer.
Eles tem permissão para adentrar ao recinto dos trabalhos na condição de acompanhantes das pessoas atendidas; ou mesmo quando se encontram a serviço de estudo e vigilância dos trabalhadores; até para tentar aliciá-los encontrando seus pontos fracos (que aliás são muitos).
Conversa vai conversa vem; ele primeiro esbravejou e reclamou que um dos seus foi “aprisionado” por nós na semana que passou.
Como em todo e qualquer diálogo com respeito tudo se consegue, começamos a bater papo de comum acordo; pois nesse jogo ninguém convence nem doutrina ninguém; e eles sabem muito bem disso; mas não custa tentar. E ele tentou dizer que o grupo é fraco que eles o destruirão com facilidade e que somos muito ingênuos; a conversa de sempre. Sem perder a esperança de que alguém do grupo (nos outros é a mesma coisa) possa ser aliciado e mude de campo ele continuou argumentando. Mas, acabou me oferecendo um presente; pois durante sua fala ele deixou escapar uma verdade que pode nos conduzir a uma profunda reflexão coletiva.
Ao se referir a trabalhadores, dirigentes e palestrantes das CE e de outras religiões; foi enfático ao usar a alegoria de que grande parte dos trabalhadores, de dia trabalha para Deus e á noite para eles – como ele disse: vocês são, assim como se costuma dizer: por fora bela viola; por dentro pão bolorento.
Vocês são fáceis de serem manipulados: oram demais e vigiam quase nada; adoram frases de efeito; mas, não gostam de trabalhar no que pregam; no entanto, adoram prestar serviços para nós que lhes damos os prazeres que a vida pode oferecer durante a noite – são facilmente sugestionáveis.
Algumas outras considerações dele merecem mais estudo antes de serem trazidas á reflexão pública.
Seu discurso me trouxe á lembrança a fala de Jesus da incoerência de servir a dois senhores. Segundo o que ele relatou com detalhes, o problema é mais grave do que servir ao Deus dinheiro, posições de mando, etc.
Muitas reflexões podem ser feitas, dentre elas:
Será que nos últimos tempos nosso acordar tantas vezes, pode ser algum tipo de ajuda espiritual para nos livrar dessa armadilha?
Será que nossos amigos e mentores tentam nos acordar também em termos de percepção da farsa que somos?
Como nos preparamos para as atividades da noite.
Outra reflexão importante; muitos “trabalhadores” induzidos pela outra turma costumam usar de raciocínios errôneos do tipo: Acordei muito cansado! Acho que trabalhei muito durante o sono! Estive em tarefa! - Errado; quem está a serviço com os mentores acorda feliz, disposto, refeito – Nossos amigos da luz não se descuidam de nós; não seria lógico nem teria sentido nos deixarem cansados com o trabalho. Quem acorda cansado e sentindo-se estranho ou esgotado; passou uma noitada daquelas no umbral; mas na gandaia.
Seguindo a recomendação dele sem que o desejasse:
Vamos vigiar, vigiar, e muito e orar um pouco.
Maravilhosa a vida, tudo é aprendizado; mesmo que por linhas tortas...
Só não aprende quem não quer...
Paz e luz.
Ontem no trabalho de bate papo com a turma do além, um dos “amigos espirituais” que tem nos visitado nas tarefas da Casa Espírita nos proporcionou uma interessante reflexão; mesmo sem querer.
Eles tem permissão para adentrar ao recinto dos trabalhos na condição de acompanhantes das pessoas atendidas; ou mesmo quando se encontram a serviço de estudo e vigilância dos trabalhadores; até para tentar aliciá-los encontrando seus pontos fracos (que aliás são muitos).
Conversa vai conversa vem; ele primeiro esbravejou e reclamou que um dos seus foi “aprisionado” por nós na semana que passou.
Como em todo e qualquer diálogo com respeito tudo se consegue, começamos a bater papo de comum acordo; pois nesse jogo ninguém convence nem doutrina ninguém; e eles sabem muito bem disso; mas não custa tentar. E ele tentou dizer que o grupo é fraco que eles o destruirão com facilidade e que somos muito ingênuos; a conversa de sempre. Sem perder a esperança de que alguém do grupo (nos outros é a mesma coisa) possa ser aliciado e mude de campo ele continuou argumentando. Mas, acabou me oferecendo um presente; pois durante sua fala ele deixou escapar uma verdade que pode nos conduzir a uma profunda reflexão coletiva.
Ao se referir a trabalhadores, dirigentes e palestrantes das CE e de outras religiões; foi enfático ao usar a alegoria de que grande parte dos trabalhadores, de dia trabalha para Deus e á noite para eles – como ele disse: vocês são, assim como se costuma dizer: por fora bela viola; por dentro pão bolorento.
Vocês são fáceis de serem manipulados: oram demais e vigiam quase nada; adoram frases de efeito; mas, não gostam de trabalhar no que pregam; no entanto, adoram prestar serviços para nós que lhes damos os prazeres que a vida pode oferecer durante a noite – são facilmente sugestionáveis.
Algumas outras considerações dele merecem mais estudo antes de serem trazidas á reflexão pública.
Seu discurso me trouxe á lembrança a fala de Jesus da incoerência de servir a dois senhores. Segundo o que ele relatou com detalhes, o problema é mais grave do que servir ao Deus dinheiro, posições de mando, etc.
Muitas reflexões podem ser feitas, dentre elas:
Será que nos últimos tempos nosso acordar tantas vezes, pode ser algum tipo de ajuda espiritual para nos livrar dessa armadilha?
Será que nossos amigos e mentores tentam nos acordar também em termos de percepção da farsa que somos?
Como nos preparamos para as atividades da noite.
Outra reflexão importante; muitos “trabalhadores” induzidos pela outra turma costumam usar de raciocínios errôneos do tipo: Acordei muito cansado! Acho que trabalhei muito durante o sono! Estive em tarefa! - Errado; quem está a serviço com os mentores acorda feliz, disposto, refeito – Nossos amigos da luz não se descuidam de nós; não seria lógico nem teria sentido nos deixarem cansados com o trabalho. Quem acorda cansado e sentindo-se estranho ou esgotado; passou uma noitada daquelas no umbral; mas na gandaia.
Seguindo a recomendação dele sem que o desejasse:
Vamos vigiar, vigiar, e muito e orar um pouco.
Maravilhosa a vida, tudo é aprendizado; mesmo que por linhas tortas...
Só não aprende quem não quer...
Paz e luz.
sábado, 16 de abril de 2011
Se você fosse Jesus
Se você fosse Jesus deixava caminhar o final dos tempos em ritmo lento, aceleraria o processo ou deixaria por conta do nosso livre – arbítrio?
O atual Final dos Tempos é o término de um Game Estelar.
Na luta entre luz e sombras o resultado final já é conhecido – a luz sempre vence; embora as sombras ganhem algumas batalhas no decorrer do processo.
A brincadeira atual é mais ou menos o seguinte: da totalidade dos alunos do Planeta Escola Terra distribuídos nas várias dimensões: encarnados em 3D; desencarnados em 4D; ascensionados de 5 D em diante – Dessa turma toda; mais ou menos cinco por cento está DESPERTA e trabalhando ativamente a favor e sob o comando de Jesus e outros comandantes da luz; mais ou menos cinco por cento estão despertos e trabalhando a favor das sombras (rebelados) – noventa por cento de DORMINHOCOS é o troféu em disputa.
Vence esta fase quem despertar mais para o seu lado. A grande separação será através das emoções e dos sentimentos. Os espíritos que optaram pela sombra seguirão para mundos compatíveis; os despertos poderão optar entre permanecer aqui ou desfrutar de mundos mais evoluídos, depende do mérito e da vontade. Bezerra de Menezes, por exemplo, poderia estar em mundos mais avançados; mas optou por continuar por aqui até que mais pessoas possam despertar e fugir do sofrer que aprisiona.
Jesus tem sua estratégia, não sabemos qual – mas se você fosse Jesus optaria por prolongar a situação de despertar mais pela dor e alguns pela ampliação da consciência ou abreviaria o processo; deixando a continuidade da batalha noutro terreno (planeta).
Parece que o sofrer não vai funcionar para acordar os dorminhocos mesmo em larga escala, exemplo, um despertador que deixou de funcionar: o câncer – na atualidade e cada vez mais cada família já tem ao menos um ou dois vivendo essa situação; mas ela virou “arroz de festa” todo mundo tem; e já virou “gripe”; graças á ação das sombras que maquiam curas e tratamentos.
Vamos aguardar os próximos lances dos protagonistas do Game.
Vai pensando aí.
O que faria?
Já optou com força e dedicação?
Não demore...
O atual Final dos Tempos é o término de um Game Estelar.
Na luta entre luz e sombras o resultado final já é conhecido – a luz sempre vence; embora as sombras ganhem algumas batalhas no decorrer do processo.
A brincadeira atual é mais ou menos o seguinte: da totalidade dos alunos do Planeta Escola Terra distribuídos nas várias dimensões: encarnados em 3D; desencarnados em 4D; ascensionados de 5 D em diante – Dessa turma toda; mais ou menos cinco por cento está DESPERTA e trabalhando ativamente a favor e sob o comando de Jesus e outros comandantes da luz; mais ou menos cinco por cento estão despertos e trabalhando a favor das sombras (rebelados) – noventa por cento de DORMINHOCOS é o troféu em disputa.
Vence esta fase quem despertar mais para o seu lado. A grande separação será através das emoções e dos sentimentos. Os espíritos que optaram pela sombra seguirão para mundos compatíveis; os despertos poderão optar entre permanecer aqui ou desfrutar de mundos mais evoluídos, depende do mérito e da vontade. Bezerra de Menezes, por exemplo, poderia estar em mundos mais avançados; mas optou por continuar por aqui até que mais pessoas possam despertar e fugir do sofrer que aprisiona.
Jesus tem sua estratégia, não sabemos qual – mas se você fosse Jesus optaria por prolongar a situação de despertar mais pela dor e alguns pela ampliação da consciência ou abreviaria o processo; deixando a continuidade da batalha noutro terreno (planeta).
Parece que o sofrer não vai funcionar para acordar os dorminhocos mesmo em larga escala, exemplo, um despertador que deixou de funcionar: o câncer – na atualidade e cada vez mais cada família já tem ao menos um ou dois vivendo essa situação; mas ela virou “arroz de festa” todo mundo tem; e já virou “gripe”; graças á ação das sombras que maquiam curas e tratamentos.
Vamos aguardar os próximos lances dos protagonistas do Game.
Vai pensando aí.
O que faria?
Já optou com força e dedicação?
Não demore...
sexta-feira, 15 de abril de 2011
CONHEÇO E CUIDO DO VEÍCULO FÍSICO?
Continuando a brincadeira que mais mata nesse mundo: o trânsito na estrada da vida.
Nosso corpo, também chamado de veículo físico, é um grande desconhecido para boa parte de nós, a mente então, nem se fala.
É incalculável o número de motoristas que pilotam a existência sem tentar conhecer nada do veículo.
Mal sabem a marca; não gostam da cor; enchem-se de adesivos, garatujas e peduricalhos; não sabem manejar os pedais; arranham na troca de marchas; desconhecem onde ficam os apetrechos de segurança e de sinalização; desconhecem quanto pode ser colocado de combustível; abusam do excesso de peso; não fazem manutenção dos itens de segurança; não se importam com seguro; andam com o escapamento furado, enchem o ar de fumaça negra, etc.
Conheço minha máquina?
Sei quais as peças e engrenagens principais e como devem ser mantidas?
Faço revisões periódicas?
Evito combustível adulterado?
Só procuro assistência quando a máquina pifa?
Preocupo-me demais ou apenas com o brilho da pintura e a aparência externa?
Ou nem isso?
Aceito ou fico revoltado quando sou barrado no trânsito por falta de condições mínimas de trafegar?
Quando tenho problemas procuro gente especializada ou levo na gariba da esquina?
Conheço as leis de mercado ou permito ser enganado quanto a troca de peças e custo dos serviços?
Mesmo tendo idéia do destino e do percurso, a maioria dos motoristas viajantes da existência atual vai chegar ao fim desta viagem na oficina do além; encostados, esperando numa longa, quase interminável fila de espera.
Conhecer algo sobre o próprio corpo é o primeiro passo para usá-lo com sabedoria e eficiência.
Não adianta ter aquele tremendo carrão (corpão sarado) e detoná-lo em pouco tempo – o que mais se vê hoje em cima dos carros de socorro são veículos último tipo, sofisticados, cujos motoristas não se prepararam para dirigi-los.
As funilarias estão lotadas (somos campeões de cirurgia plástica em jovens) – mas, as boas oficinas/escola (onde se ensina a usar os veículos) estão vazias.
Não permita que coloquem adesivos no seu veículo (logotipos de crenças e cultura) – você e conhece sua marca – Assuma.
Nunca diga que seu veículo está com problemas (doenças) – o problema está no condutor.
Sabendo usar vai durar.
Mesmo antigão vai chegar fácil e bem ao destino.
Namastê.
Nosso corpo, também chamado de veículo físico, é um grande desconhecido para boa parte de nós, a mente então, nem se fala.
É incalculável o número de motoristas que pilotam a existência sem tentar conhecer nada do veículo.
Mal sabem a marca; não gostam da cor; enchem-se de adesivos, garatujas e peduricalhos; não sabem manejar os pedais; arranham na troca de marchas; desconhecem onde ficam os apetrechos de segurança e de sinalização; desconhecem quanto pode ser colocado de combustível; abusam do excesso de peso; não fazem manutenção dos itens de segurança; não se importam com seguro; andam com o escapamento furado, enchem o ar de fumaça negra, etc.
Conheço minha máquina?
Sei quais as peças e engrenagens principais e como devem ser mantidas?
Faço revisões periódicas?
Evito combustível adulterado?
Só procuro assistência quando a máquina pifa?
Preocupo-me demais ou apenas com o brilho da pintura e a aparência externa?
Ou nem isso?
Aceito ou fico revoltado quando sou barrado no trânsito por falta de condições mínimas de trafegar?
Quando tenho problemas procuro gente especializada ou levo na gariba da esquina?
Conheço as leis de mercado ou permito ser enganado quanto a troca de peças e custo dos serviços?
Mesmo tendo idéia do destino e do percurso, a maioria dos motoristas viajantes da existência atual vai chegar ao fim desta viagem na oficina do além; encostados, esperando numa longa, quase interminável fila de espera.
Conhecer algo sobre o próprio corpo é o primeiro passo para usá-lo com sabedoria e eficiência.
Não adianta ter aquele tremendo carrão (corpão sarado) e detoná-lo em pouco tempo – o que mais se vê hoje em cima dos carros de socorro são veículos último tipo, sofisticados, cujos motoristas não se prepararam para dirigi-los.
As funilarias estão lotadas (somos campeões de cirurgia plástica em jovens) – mas, as boas oficinas/escola (onde se ensina a usar os veículos) estão vazias.
Não permita que coloquem adesivos no seu veículo (logotipos de crenças e cultura) – você e conhece sua marca – Assuma.
Nunca diga que seu veículo está com problemas (doenças) – o problema está no condutor.
Sabendo usar vai durar.
Mesmo antigão vai chegar fácil e bem ao destino.
Namastê.
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