sábado, 28 de janeiro de 2012

“A CULPA É MINHA: COLOCO EM QUEM; EU QUISER”.




Essa é uma das expressões mais habituais da nossa forma tradicional de uso do livre arbítrio.

Reflexão para um fim de semana chuvoso, convidativo á meditação...

Namastê.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

O UMBRAL MORA AO LADO




As “tiradas” de Jesus são para pensar, refletir e não apenas recitar.

Uma delas: Quem tiver olhos de ver – ouvidos de ouvir...

Muitas pessoas “espiritualizadas” ficam a imaginar como seria o umbral médio. Sim: o médio; pois há várias camadas de padrão vibratório no chamado umbral; o que foi visto e revisto dezenas de vezes pelos telespectadores; não é o umbral grosso; não...

Quer saber o que é o umbral, purgatório ou inferno dos crentes?

Uma amostra bem aqui ao lado, está sendo mostrada na TV através das imagens da ação da polícia na região do centro de SP denominada cracolândia – magotes de usuários correndo em desvario; traficantes usuários vociferando; ameaçando pelo fato de resistirem á audácia de alguém querer lhes tirar o poder sobre aqueles que se permitiram abrir mão do livre arbítrio (usuários).

Assistiu?
O que lhe trouxe de antigas sensações?
Julgou?
Criticou?
E daí?
Fez o quê?
Tá de férias de pensar, sentir e agir?

Indignação á parte com relação aos expoentes e exponentes da exposição ao que viemos fazer...

Nesta mísera consideração a respeito da fala do Mestre - Quem tem olhos de ver e ouvidos de ouvir...

Relato apenas algumas experiências; que acho dignas de nota.

Em nosso pequeno grupo (e que continue assim) recebemos há meses a presença de amigos recém desencarnados habitantes da cracolândia vêm sendo atendidos; trazidos por um amigo espiritual que permitiu que seu nome fosse divulgado: Belarmino.
Qualquer dia destes; relataremos sua história de vida espiritual.

É impressionante a correspondência entre o que ocorre em 3D e o que acontece em 4D – apenas um detalhe: do lado de lá temos os magotes dos mentirosos, aproveitadores, medrosos, corruptos; enfim todos os vícios da evolução espiritual ainda não catalogadas na TV atual que determina o código de ética da maioria – lado a lado...
Talvez; é possível que muitos dos párias que estão sendo julgados pelas pessoas vitoriosas de hoje; estejam numa situação evolutiva melhor... Quem sabe?

Como trabalhador incondicional a serviço do Mestre, convoco os em torno; a se pronunciarem. Até, e principalmente, os que lutam pela causa do considerado animal.

Quem de nós já pode ser considerado um ser humano de fato?

A idéia era colocar experiências vividas no dia a dia em 3D e nas vivenciadas em 4D – mas; descobri que não é hora nem lugar.

Vivendo e aprendendo.

Aleluia.

Mas, fica sempre a questão do chato Mestre (fora dos seus momentos de belezura): quem tiver olhos de ver que veja – Quem tiver ouvidos de ouvir que ouça...

Aos outros Ele recomenda: O que vai acontecer aos mornos...

Namastê.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

ESCOLHA MINHA PROBLEMA MEU? - NOSSO?




Vivemos na Era do Junto; pensar junto, sentir junto, arcar junto...

Para tornar isso mais claro; e definir o quanto influenciamos todos com nossas escolhas:

Exemplo cotidiano, de um número cada vez maior de famílias:

Estudemos uma situação comum, específica, mas capaz de ser transferida para inúmeras outras do nosso Day by day.

Imaginemos um jovem adolescente que acha que tudo pode; tudo é problema seu; ninguém tem nada a ver com suas escolhas; quer usar e abusar do direito de ser livre.
Muito bem, esse paladino da liberdade sem responsabilidade resolve iniciar-se na droga, acha que com ela sente-se mais livre, menos inibido, mais feliz até; descuida-se e vai preso.

Com certeza, ele tem uma mãe ainda mal-educada nas emoções e nos sentimentos, como qualquer um de nós; e que chamará para si a responsabilidade do sentir-se feliz ou infeliz do filho.
Daí, como resultado das noites mal dormidas, do descuidar-se de si mesma, para pensar só na desdita dele; somada à sensação de frustração de sentir-se uma mãe falida e, de preocupar-se demais com o que os outros vão dizer dela e dele - ainda ama possessivamente e, adoece; ás vezes de forma grave, podendo tornar-se até depressiva, angustiada ou em pânico.

Façamos uma primeira pausa para reflexão.

O jovem dono do mundo, dono do seu próprio nariz, sente-se livre para fazer suas escolhas.
Escolheu atirar a pedra do livre arbítrio; a escolha do uso da droga; mesmo sabendo, mesmo alertado da possibilidade de possíveis conseqüências funestas, que imaginava só acontecer com os outros que são menos inteligentes; e jamais com ele, a criatura mais esperta do mundo; ah! Com ele isso jamais vai acontecer.

Escolheu a pedra e atirou-a no lago que é a humanidade.
Com certeza ela caiu bem no centro de seu universo pessoal e causou um grande tumulto no seu meio familiar. Quer queira quer não, sua mais forte ligação afetiva, independentemente da qualidade desse vínculo, é com sua mãe. Desse modo, ela foi a primeira a ser atingida pelo impacto e de forma mais intensa. Mas, a onda de perturbação se estenderá inevitavelmente a toda a família, segundo a intensidade e o tipo de vínculos que mantenha com cada um dos familiares. E os efeitos sobre cada um deles; seja em duração ou em intensidade serão proporcionais aos desdobramentos desencadeados pela sua atitude.

Inevitavelmente, as conseqüências terão um efeito danoso na intimidade das pessoas que estejam ligadas a ele com vínculos afetivos mais fortes.
É possível até que tenha alguém apaixonado por ele, cuja vida íntima e cuja saúde pode ser afetada em profundidade, dependendo sempre da estrutura mental/emocional da outra pessoa.

Retornando ao estudo da situação que ele gerou, o impacto se estende além, e logo ultrapassa as fronteiras da sua família.

A mãe do seu melhor amigo certamente é uma criatura não muito diferente da sua mãe, quanto à educação das emoções, e põe-se a pensar que, se o filho andava com ele pode muito bem estar fazendo a mesma coisa. É o suficiente para ruminar essa idéia num circuito fechado, e “morta de preocupação” pode também adoecer ou tornar a sua relação com o filho num verdadeiro inferno de cobranças e recriminações. Desequilibrada e doente vai afetar a vida de todos os que moram naquela casa ou se relacionam com ela.

Como 2012 é o ano da reflexão:

Ninguém pode discordar que o impacto originado embora de forma amena; também atingiu pessoas mais distantes; já que, por exemplo, a família de seu melhor amigo também foi afetada.

Indo um pouco mais longe em nossas observações, identificamos outro grupo de pessoas que podem ter sido atingidas:
Seus amigos de convivência podem ser rotulados de viciados; mesmo sem que o sejam; eles podem sofrer algum tipo de discriminação, ter suas vidas afetadas em muitos aspectos: pessoal, familiar, escolar e de convivência social.

Sua escolha também vai afetar grupos mais distantes, e embora de forma mais branda também vai interferir temporariamente no relacionamento entre pais e filhos nas famílias da vizinhança.

Indo mais além um pouco; preso: está consumindo recursos que são do coletivo.
O dinheiro que está sendo gasto para mantê-lo na prisão poderia ser usado para melhorar a merenda de uma criança na escola, para oferecer melhores oportunidades de instrução ou de saúde para outros.

Vamos fazer um exercício de empatia e nos colocar no lugar dele.

Primeiro num exercício de imaginação, tentando avaliar segundo a visão de mundo de um jovem, hoje.

Depois, nos colocando no lugar dele e segundo nossa própria visão da realidade.

Qual será nossa postura?
Aceitaremos assumir o erro da escolha?
Nós nos infernizaremos com culpas e recriminações?
Adotaremos o álibi do perdão religioso e posterior a posição de coitados, de vítimas?
Colocaremos a culpa em alguém que nos arrastou para o vício dos remédios, da comida, cigarro, álcool?
Culparemos a postura dos nossos pais – que repassarão para os seus?
Adotaremos a posição de incompreendidos, de mal/amados? Tentaremos nos justificar?
E como?
O que diremos?
Quais os argumentos?

É quase certeza que mesmo no decorrer neste ano da REFLEXÃO ativa ou compulsória; nós utilizaremos o simplório argumento do livre/arbítrio:
Escolhemos porque é nosso direito; nossa vida nos pertence e só a nós interessa - e argumentaremos que os outros foram afetados porque quiseram; que também foram livres para isso.
A nossa parte é problema nosso, a parte que coube aos outros é problema deles, etc.

Entramos na Era do Comprometimento.
Quem quiser pode definir seus compromissos.
E participar.
Tentar fugir?
Prá um planeta distante?

Namastê.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

DISCIPLINA – A INDISCIPLINA TAMBÉM É DIVINA




Somente quem identifica e pratica regras é capaz de desenvolver a disciplina, que antes de tudo deve ser íntima e movida pelo próprio desejo; quando apenas exterior, transforma-se facilmente em submissão que, logo tende a ser boicotada de forma subconsciente – chegando depois á indisciplina escancarada.
Até Deus é a perfeição em andamento; Ele próprio respeita a lei do trabalho e aprende com suas criações. Até mesmo suas criaturas indisciplinadas como lúcifer e outras tantas sempre ensinaram algo ao Criador; eternamente.

Mais em baixo; cá entre nós – divagações á parte:
Algumas palavras que representam conceitos têm o dom de nos colocar na fase do contra em se tratando de evolução espiritual.
Embora a maioria de nós tenha comportamento diário de criança mimada e birrenta; convenhamos que a educação de todos os tipos e instâncias está prá lá de defasada.

Exemplo:
Quando ouvimos a palavra disciplina já ficamos em guarda contra imposições externas e obrigações tão inúteis quanto sem sentido.

Bancando o ruminante pensador como me chamou meu amigo
ET dá prá entender o motivo de sermos carinhosamente chamados por Avatares com instinto maternal como Maria de: Minhas crianças ou - Meus filhos, por outros.

Mas:
Nossa escola planetária tá mais com cara de reformatório.

Namastê.

sábado, 29 de outubro de 2011

UMA COISA – UM VÍRUS CHAMADO ANSIEDADE SEGUNDO O DR. GOOGLE






Deu no noticiário das oito – no horário nobre:

Depois de usar muitas cobaias cientistas da universidade da Mitolândia descobriram um novo vírus que pode ser o responsável pela ansiedade mórbida que mata milhares de pessoas todos os dias...

Cá entre nós: telespectadores da vida.

Alguém conversando com seus botões se autodiagnosticou; e isso mesmo sem a ajuda do maluco-beleza o Dr. Google que tem convênio com ela e com a indústria da doença e da cura:

Acho que sou uma pessoa normal; afinal de contas eu ainda penso; sinto; atuo – e até não sei identificar com clareza o que penso; nem o que sinto; e minhas ações são semiconscientes; ou quase – resumindo; sou igual á maioria: um cara normalzão que foi picado por um inseto que transmite o vírus da ansiedade – isso é vero; pois deu no noticiário das oito.

Mas eu queria ser diferente; pois ando meio apressado; angustiado; triste; infeliz – Será que sou apenas eu?

Sossegue - Você está apenas ansioso e estressado! – É o diagnóstico de todos: amigos, médicos de verdade ou de mentirinha.

Meus exames dão todos normais – exceto o maldito colesterol – acho que ele vai destruir a humanidade como disse o Dr. fulano de tal na TV dia destes.
Ouço tanto falarem nessa tal de ansiedade; mas não sei diferenciá-la de meus outros estados de sentir – mas tenho fé que Deus vai me livrar dela – sou uma pessoa de fé.

Mas, minha fé não é demais nem de menos - então:
Ansiedade dói?
Dá um cansaço infernal?
To ansioso ou dengoso:
Peguei a dengue tipo IV?

Será que ansiedade e angústia é a mesma coisa?
Resolvi dar uma espiada no dicionário antes de consultar o Dr. Google – meu especialista da hora; o único no qual aprendi a confiar.

Segundo o dicionário dele – um estudioso:
Angústia - aflição, grande inquietude, desejo veemente, impaciência, preocupação, sofreguidão, avidez, desejo ardente.
Manifesta-se com uma sensação de aperto no peito causada; sobretudo por sentimento de expectativa e de incerteza.

Fiquei mais confuso com as explicações dele do tão laureado Dr. Google – um acúmulo de sumidades pós em tudo quanto é coisa.

Será que os compromissos que arranjei ou até que arranjaram para minha pessoa têm algo a ver com essa forma de sentir?
Vou ter que pagar a consulta ou ela está no plano?
É retorno?
Mas, tem retorno de retorno?
Do próprio retorno?
Eternamente?

Onde posso achar e comprar os remédios receitados pelo Dr. Google e seus pupilos?
Na rede tal?
Com desconto?
Bonificações prá pé na cova?

Mas, voltando assunto inicial – qual era mesmo o assunto?

Compromisso?
Credo!
Que bicho é esse?
É do bem ou do mal?
Preciso consultar meu guru da hora?

Afinal o que é compromisso?
Segundo o chato do médico que me indicaram (e no qual nunca mais vou voltar: dinheiro jogado fora) é um dos mecanismos psicológicos de adaptação e defesa; pode levar a manifestações neuróticas; doenças auto - imunes: auto-agressão, processos defensivos exacerbados – prá ouvir isso bastava eu comprar um monte de livros de auto-ajuda recomendados pela fulana de tal no programa tal...

Quanto mais conceitos e opiniões eu recebo; mais confuso fico; então resolvi inventar meu próprio conceito de Ansiedade:

É o nome do mal-estar que você cria quando põe sua cabeça no futuro, como se esse futuro estivesse aqui, num presente sem eficiência – transformando minha vida na merda que é.
Credo! Nem está tão ruim assim...

Mas outra dúvida vem se meter no meio da conversa com meus botões:

Preocupação e ansiedade é a mesma coisa?

Mas diz o cara; o fulano de tal:
Se o futuro não está aqui; não existe; apenas existirá ou não, um dia. Pré-ocupar-se é viver no futuro; é viver no que ainda não existe.
É querer controlar a vida com a imaginação, e a vida não é controlável com a imaginação, muito menos só com sonhos e fantasias, sem ação. Que droga nem sei que dia é hoje; o que fiz ainda há pouco – quanto mais querer entender essa coisa de Lei de causa e efeito, sintonia e outras babaquices ditas cósmicas.

Mas, ouvi no programa da rádio tal que: há boa e má ansiedade.

Será que existe a boa a e a má ansiedade?
Não é tudo a mesma porcaria?

Talvez sim; talvez não.
Mas, acho que já aprendi algo – má ansiedade é aquela que nada produz?

Como transformar ansiedade inútil em produtiva?

Põe ação nos teus sonhos; já – disse um famoso.

Só sonhos, atrasam, empobrecem e, até podem matar; pois, são ocos, são vazios; preenche-os, transforma-os em metas realizadoras. Disse um sei lá quem.

A boa ansiedade é companheira do trabalho?
Inseparável!
Mas, daquele trabalho que tem começo, meio e fim.

Qual a relação entre Ansiedade e Tempo?

Bom assunto; mas antes vamos esgotar este.

Credo.
Vou ter que recorrer ao Dr. Google?
De novo?

Mas, cientistas da Era de Aquário descobriram que...

Namastê.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

IDENTIDADE TERRÁQUEA




“Somos todos um”, é um paradigma que pode ser visto de incontáveis ângulos.

Nosso assunto de hoje é autodeterminação da raça que habita a pequena Gaia.

Estamos aqui interagindo. Você é você e eu sou eu. Aparentemente nada temos a ver um com o outro, provavelmente nem nos conheçamos; mas: estamos conectados eu e você, interdependemos; somos quase um. Estamos ligados um ao outro mesmo não nos conhecendo, mesmo um não sabendo da existência do outro. Eu te afeto e você me afeta. Se tu estás alegre tua alegria me alcança; tua tristeza também; queiras ou não quer eu queira ou não. Isso é um fato, uma realidade. É verdade que somos seres diversos, porém fazemos parte de uma unidade: a humanidade, por isso, não faz diferença, o nosso querer ou não interferir um com o outro, isso é lei; o que podemos fazer é analisar e escolher a forma como nos afetamos uns aos outros; de forma leve ou intensa, triste ou alegre?

Temos a mesma origem na imensidão do universo, somos parte de uma fantástica conexão. E, daqui em diante nós dois nos afetamos ainda mais fortemente; pois estamos criando um vínculo, um laço mais apertado, mesmo que nosso diálogo seja virtual. Neste momento estamos unidos, ligados por idéias e sentimentos e, quer concordemos ou não continuamos ligados pelo que aqui está colocado.
Mesmo que feches a mensagem e foques tua atenção em outras coisas, em outros fatos, a ligação persiste. É como se estivéssemos frente a frente.
Entendeu?
Provavelmente sim. Mas talvez ainda não tenhas compreendido a importância desse fato para este momento decisivo. Raciocinastes, mas possivelmente não sentistes, não incorporastes esse conhecimento aos sentimentos e às atitudes diárias. Isso, não importava no passado recente; mas no momento pode ser crucial para todos nós. Apenas lembra-te que compreender é pensar, sentir e agir ao mesmo tempo.

Para que esse conceito de conexão/interatividade fique mais claro, vamos nos aproximar mais, vamos focalizar o teu mais estreito laço humano, o de família, em especial a relação mãe/filho. Observa como tu e tua mãe; mantêm uma ligação muito forte, se tu estás triste mesmo que ela não saiba, não importa a distância que os separe no momento, ela sente; não sabe, mas sente. Quantas vezes não tentas esconder uma tristeza e, és bombardeado com insistentes questionamentos: O que aconteceu? Porque está triste meu filho? Não adianta negar, ela ainda não sabe, mas sente. Como pode ser explicado isso?
Será instinto materno?
Parece mágica, mas não é; pode ser mensurável, questão de ondas, vibrações, freqüência e sintonia.
Além disso, de serem interativas e estarem sempre em conexão, as nossas relações são eternas.
Eternas? Que maravilha! Para sempre? Que horror! A eternidade não será uma ilusão? Ou será uma convenção humana para um tempo que ainda não pode nem precisa ser medido?
A eternidade também nos parece um relativo paradoxo.
Pois: que maravilha, em certos momentos imaginar poder ficar eternamente com aqueles que consideramos nossas cara-metade; mas por outro lado, que horror só em pensar ficar ao lado, por um tempo que não tem fim, de certas criaturas que consideramos nossos algozes, que imaginamos sejam a causa única e maior de nosso sofrer. Tranqüilizemo-nos, pois como tudo é relativo, o conceito de eternidade também é. Ufa! Que alívio!

O que modifica a percepção do conceito de eternidade; é a intensidade e a qualidade das relações que criamos. Então, o melhor a fazer é aprendermos a nos amar. Eu te amo e você me ama. Pronto está tudo resolvido. Simples e fácil, ou não?
Quanta gente precisou ser envenenada, crucificada, trucidada, atirada às feras, queimada para tentar nos mostrar isso, essa lei natural. Que amor e ódio não são meros sentimentos; são freqüências diferentes de uma mesma energia, e que podemos passar de uma a outra quando seja da nossa vontade.
Isso, não é novidade, esses conceitos são velhos conhecidos, embora ás vezes, nós não queiramos compreende-los; ou fingimos que não.
De onde terá vindo esse conhecimento?
De muitas experiências e muitos mestres.

O momento é especial é a festa das bodas para a qual fomos todos convidados na Nova Terra: ou nos libertamos da tutela ou a escola será desativada por longo tempo para passar por reformas. Mas para entrar na festa; é preciso estar vestidos com a veste nupcial (padrão adequado do quantum de energia no perispírito que nos permita continuar aqui). Mas, se não atingirmos o quorum mínimo não seremos aceitos como raça cósmica – apenas como um bando de exilados por incontáveis casas do Pai. Sonhando um dia poder voltar.

O momento é de autodeterminação planetária e de criar uma identidade como raça humanóide terráquea.

Namastê.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

DDA OU DDAH – SOU - MAS QUEM NÃO É?




Vivemos momentos de prova para conseguirmos habitar 4D de forma mais definitiva; lá na quarta dimensão ou o tal do mundo espiritual; nosso breve destino - pensou: aconteceu.
Não é á toa que na vida contemporânea nós vivemos numa enxurrada de informações e numa saraivada de solicitações – a finalidade dessa prova quase final é ver quem se habilita a manter o foco da atenção para finalizar, idéias, sentimentos, tarefas.
Os que serão drogados pela pseudociência e reprovados nesta escola cósmica fazem parte da turma que tudo começa e nada termina.

Vou fazer uma brincadeira, já iniciada em outros artigos dos bloogs; usando como diretriz os “protocolos científicos” a respeito do assunto; usados para diagnosticar e depois avaliar, prognosticar e até tratar o DDA e o DDAH em crianças em idade cronológica.
Convido o leitor a transportar esses “paradigmas científicos” para seu estado atual de atenção e comportamento – neste e em outros bate papos vou apenas acentuar algumas situações; noutras: que o interessado vista a carapuça.

Serei eu um DDA ou um DDAH?

Diagnóstico protocolar:

O diagnóstico do problema é sempre clínico e raramente essas crianças (pessoas) são portadoras de outras lesões ou distúrbios que podem acompanhar o quadro. Embora, muitos costumem apresentar alterações na coordenação motora e inadequação espaço/temporal – Onde estou? Quem sou eu?

O diagnóstico deve ser cuidadoso e criterioso, uma vez que vários conflitos circunstanciais podem se manifestar através de comportamentos semelhantes (lares ou ambientes caóticos, desorganizados e conflituosos – Alguém conhece um conflituômetro e um desorganizômetro? – calibrado pelo normalímetro?).

É fundamental constatar-se esse padrão de comportamento por um período de seis meses, em ambientes diferentes. O diagnóstico diferencial sempre deve ser feito com a ajuda de um neurologista. Na vida prática, breve com a ajuda de um policial, juiz, necrologista e outras especialidades que surgirem...

Mas segundo os protocolos:

Critérios diagnósticos para Transtornos de Déficit de Atenção-Hiperatividade.

A) Relacionados à Desatenção
Se seis ou mais sintomas de desatenção persistirem por pelo menos seis meses, pode-se caracterizar a criança como portadora do distúrbio – seis é meio que uma coisa de sortilégio – se o criador do paradigma fosse meio esotérico podia ter colocado sete; se o Zagallo seria treze, etc.

Mas vamos a eles:
• Falta de atenção a detalhes ou erros freqüentes por descuido em atividades escolares de trabalho ou outras atividades do dia a dia (pouco interessantes?).
• Dificuldade para manter a atenção em tarefas ou brincadeiras.
• Dificuldade para escutar quando lhe dirigem a palavra.
• Dificuldade para seguir instruções e para terminar tarefas escolares ou domésticas e profissionais.
• Dificuldade para organizar-se em tarefas ou atividades de qualquer tipo.
• Relutância em envolver-se nas tarefas que exigem esforço mental constante – até para exigir direitos e cobrar responsabilidades.
• Perda freqüente de objetos necessários à realização de tarefas ou atividades.
• Distração fácil por estímulos alheios à tarefa; sem o uso de celulares, ipods e outros bichos desatenciosos.
• Esquecimento freqüente de atividades diárias.

B) Relacionados à Hiperatividade/Impulsividade:

A persistência de pelo menos seis sintomas por mais de seis meses também ajuda a caracterizar a criança portadora do distúrbio. Tais sintomas são:

1)Hiperatividade
• Agitação freqüente de mãos e pés, com dificuldade para se aquietar na cadeira comendo, em sala de aula ou em situações nas quais se espera que permaneça sentada; roer unhas, mascar chiclets; enrolar cabelos; correr atrás de comer doces, farináceos e chocolates.
• Inquietude extrema; fazer tudo com pressa, correndo.
• Falar demais (pessoas do sexo feminino têm desconto no protocolo?).
• Correr ou escalar objetos com freqüência, em situações nas quais isso não é apropriado;
• Dificuldade para brincar ou se envolver em silêncio em atividades de lazer – desligar a p do celular em palestras e atividades coletivas.
2) Impulsividade
• Respostas precipitadas, emitidas antes de terminada a pergunta;
• Interrupção habitual dos assuntos dos outros (por exemplo: conversas ou brincadeiras) ou ainda intromissão freqüente nos mesmos;
• Dificuldade para aguardar sua vez; fingir-se de idoso, deficiente físico, etc.

Queria colocar mais coisas; muito mais; e até arra-zoado bastante com os leitores; mas não tive saco – não ter saco (no sentido de paciência – nada a ver com ejaculação precoce de idéias) é sintoma de DDA?
Mas, já que ninguém vai querer ouvir mesmo.
Melhor deixar prá depois.

Fui...

Já tomou seu Rivotril hoje?
Prefere Sertralina?
Ritalina?
Ah! É da velha guarda – É da turma do Gardenal!
Feliz natal!
Já?
Ainda estamos comemorando do dia das crianças...
Manhê; vou ganhar presente no dia de finados?
Não?
Por quê?
Já chegou o Natal?
Este ano não vai ter Natal?
Vai cair num fim de semana?
E no ano que vêm?

Amém.